Diante dos acontecimentos que vem acontecendo pelo Maranhão afora, cuja disputa pelo poder extrapola o bom senso e o respeito ao eleitor.
Verifica-se cada vez mais que homem atual não luta mais por o ideal coletivo, mas sim por seus interesses pessoais, para alcançar o poder e o capital. Ele usa a massa apenas como manobra…
Em minha opinião, não existem partidos políticos, mas sim um conjunto de legendas (sem expressão alguma) brigando por postos estratégicos, onde a briga se transformou num Vale-Tudo!!!
O povo não conseguiu assimilar isso!!!
Leia abaixo um texto que publiquei aqui no 30/08/2012 e reflita…
A política é dinâmica porque é canalha ou é canalha porque é dinâmica? Eis a questão!!!
Eu já utilizei esse título em outra ocasião e até o grande o grande mestre Shakespeare… Mas não é que vendo a disputa pela Prefeitura de São Luís, observa-se que as práticas politiqueiras são as mesmas?
Caramba!!! Os falsos moralistas e os moralistas falsos se entrelaçam em busca do poder como se ele fosse a meta a ser alcançada em suas vidas e que para isso não metem se usarão das canalhices e das hipocrisias mais chulas que podemos ver.
Com isso, chega-se a conclusão que a política é canalha e usa a dinâmica para obtenção de seus interesses pessoais, esquecendo de imediato suas lutas passadas!!!
Por isso, retomo o ilustre William Shakespeare, para que podemos entender como essa gente fala em mudança, como se mudar fosse algo repentino e que seus pensamentos traduzem de fato esse pensamento ou simplesmente não passam de um feroz interesse pelo poder.
Ah!!! Na melhor William Shakespeare, que foi o primeiro a contribuir significativamente para delinear uma específica concepção de política.
Em suas peças, Shakespeare propicia uma abordagem política que pode ser construída a partir da seguinte fala de Hamlet: “The time is out of the joint/ O tempo está fora dos eixos”. Não se trata de uma política institucional, pois mesmo que Shakespeare desenvolva seus temas em volta do trono, com personagens envolvidos num embate com o poder.
Em movimentos pendulares perpétuos, constituem-se dois caminhos que estruturam e desestruturam as relações de poder nas peças de Shakespeare. O primeiro é delineado pelo par de opostos legitimidade-usurpação, e o segundo pela dupla estabilidade-guerra. Sua visão extraordinária mostra em suas peças, a quebra da ordem, seja pelo golpe ou pela guerra, desestabiliza a política, retirando-a de seu curso normal, abrindo espaços para os mais diferentes tipos de violência. Tudo está em torno da usurpação, grande parte das peças de Shakespeare está sempre presente a guerra… Ele a coloca no começo e no término dos acontecimentos. Você, leitor acha que algo mudou?
O que se ver nessa disputa pela Prefeitura de São Luís são candidatos de pensamento heterogêneos, mas com um só sentimento… O poder!!! O bem-estar da coletividade? Isso é outro assunto…
Que o curso das obras do grandioso William Shakespeare continue ditando as regras do jogo político… Mais vale uma política canalha com muita dinâmica, que uma política dinâmica sem canalhice…
Publicado em: Governo
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Então, quer dizer que o Zé Arlindo deveria ir preso!!!
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Então ele disse que tua mãe e frouxa e teu pai é ladrão!!!! Cara, não vota mais nele, pois ele não entregou a prestação de contas…
Parabéns pelo texto. Muito sensato, crítico e mais que atual. Que continue sempre assim.
Obrigado…