Para o desenvolvimento é primordial a compensação ambiental…

Publicado em   04/fev/2013
por  Caio Hostilio

Programa de compensação e reposição florestal na ilha do ma será lançado, amanhã, às 8h, no rangedor. O Meio Ambiente deve ser respeitado.

compensaçãoA Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Recursos Naturais do Maranhão (Sema) e a Vale lançarão no próximo dia 5 de fevereiro, às 8h, no canteiro de obras instalado na Estação Ecológica do Sítio Rangedor, localizado à Avenida Luís Eduardo Magalhães (próximo à loja Quixaba Flores), o Programa de Compensação e Reposição Florestal na Ilha do Maranhão, que será executado também no Parque Estadual do Bacanga

O Programa de Compensação e Reposição Florestal será iniciado em fevereiro de 2013 na Estação Ecológica do Sítio Rangedor e, em outubro do corrente ano, no Parque Estadual do Bacanga. Será realizado o plantio de 48 mil mudas na Estação Ecológica do Sítio Rangedor e 289 mil mudas no Bacanga, totalizando 337 mil mudas de espécies nativas, entre elas bacuri, pau d’arco amarelo, cajá e jacarandá. A escolha das espécies partiu de um levantamento feito nos locais que receberão as mudas e áreas adjacentes. Este levantamento é importante para manter as características da formação florestal da ilha de São Luis.

O Programa de Compensação e Reposição Florestal será iniciado em fevereiro de 2013 na Estação Ecológica do Sítio Rangedor e, em outubro do corrente ano, no Parque Estadual do Bacanga. Será realizado o plantio de 48 mil mudas na Estação Ecológica do Sítio Rangedor e 289 mil mudas no Bacanga, totalizando 337 mil mudas de espécies nativas, entre elas bacuri, pau d’arco amarelo, cajá e jacarandá. A escolha das espécies partiu de um levantamento feito nos locais que receberão as mudas e áreas adjacentes. Este levantamento é importante para manter as características da formação florestal da ilha de São Luis.

O plantio das mudas ocorrerá no primeiro ano do programa e a manutenção e a reposição de mudas nesses locais serão realizadas nos dois anos seguintes. Na Estação Ecológica do Sítio Rangedor o Programa de Compensação e Reposição Florestal será implementado em uma área de cerca de 25 hectares. Já no Parque Estadual do Bacanga será em uma área de 166 hectares.

 Na Estação Ecológica do Sítio Rangedor, o plantio de mudas será antecedido de recuperação do solo devido às condições que, atualmente, comprometem a sobrevivência das mudas pela pobreza de nutrientes e altas taxas de erosão. Em seguida, serão iniciadas as etapas de abertura das covas, adubação do solo e por fim o plantio das mudas. 

O plantio das mudas proporcionará o restabelecimento de áreas degradadas na Estação Ecológica do Sítio Rangedor e no Parque Estadual do Bacanga, locais onde o solo se encontra exposto e passível de assoreamento pela ação da chuva. A recomposição da cobertura florestal, além de proteger o solo, atrai a fauna que, aos poucos, devolve ao ambiente as qualidades ecológicas e atributos resguardados pelas Unidades de Conservação Estaduais.

PROGRAMAÇÃO DE LANÇAMENTO DO PROGRAMA DE COMPENSAÇÃO E REPOSIÇÃO FLORESTAL:

Data: dia 5 de fevereiro (terça-feira)

Local: Estação Ecológica do Rangedor, acesso pela Avenida Luís Eduardo Magalhães, próximo a Loja de Plantas Quixaba.

Roteiro:

8h – Recepção dos Convidados e Serviço de Buffet;

8h30 – Abertura pelo Mestre de Cerimônias;

8h35 – Pronunciamento do Representante Vale- Gerente de Relações Institucionais da Vale, Dorgival Pereira;

8h42 – Pronunciamento do Representante da Sema- Carlos Victor Guterres Mendes;

8h50 – Ato Simbólico de Plantio de Mudas pelos representantes da Sema e Vale;

9h20 – Atendimento à Imprensa;

9h35 – Encerramento.

  Publicado em: Governo

5 Responses to Para o desenvolvimento é primordial a compensação ambiental…

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  2. Antonio Lima disse:

    Professor, é preocupante e estarrecedor o descaso e a forma como as autoridades tratam com tamanha indiferença a devastação do pouco que ainda resta da FLORA e da FAUNA da Ilha de Upaon-Açu.
    Nos quatro quadrantes da Ilha, o que se assiste é o crescimento da ocupação dos espaços e expansão desordenada dos empreendimentos imobiliários sem que se observe a mínima preocupação com a preservação ambiental.
    O próprio poder público, quando realiza as suas obras não leva em consideração critérios mínimos que garantam a preservação das espécimes animal e vegetal. Os projetos “paisagísticos” desenvolvidos pelo poder público e pela iniciativa privada compõe-se de um verdadeiro atentado, pois retiram de forma criminosa as plantas existentes no meio e colocam, quando o fazem alguma ornamentação, fazem o plantio de árvores e plantas de outras paragens causando prejuízos irreparáveis para a FAUNA, que invariavelmente perde a FONTE de ALIMENTO e de ABRIGO, tirando dos animais a chance de sobrevivência.
    Se nada for feito, não vai demorar muito para que as nossas crianças conheçam Piqui, Bacuri, Sapoti, Abricó, Pitomba, Tuturubá, Caju, Murici e tantas outras frutas do nosso meio, só em fotos nos livros de ciências.
    Bom seria que algum edil ou mesmo algum deputado apresentasse um projeto de lei para disciplinar essa matéria e garantir para as futuras gerações o direito de poder usufruir das belezas que são o vou e o canto dos pássaros; quão deliciosas são os sabores das frutas da nossa Flora.
    Já observou que quase não se vê mais nas nossas ruas e praias os “caboclos da maiobas vendendo bacuri”?
    Vou parando por cá pra não falar dos nossos brejos que estão sendo aterrados para dar lugar a empreendimentos imobiliários dizimando o pouco que ainda resta das nossas juçareiras, buritizeiros, bacabeiras e outras palmeiras que fazem parte desses meios.
    Algo há de ser feito para coibir esses abusos e esses crimes ambientais que a todo instante estão sendo cometidos com a complacência de todos e das autoridades que nada fazem para garantir a preservação da nossa Flora e Fauna.
    É lamentável!!!

    • Caio Hostilio disse:

      Concordo, porém o secretário Vitor Mendes vem tentando arrumar algo que vinha sendo feito errado há vários anos… Não é fácil…

  3. Movimentos Sociais disse:

    Esse reflorestamento tem um objetivo num futuro proximo: as madeireiras contando com a falta de fiscalização. Quanto já não foram gastos em reflorestamento ? Estão aí as degradadas matas ciliares dos nossos rios, a supressão vegetal, os manguezais sendo aterrado beneficiando a especulação imobiliaria, tudo licenciado pela SEMA e IBAMA. um evento considerado um CIRCO DA DEMAGOGIA AMBIENTAL neste estado. A propria Vale precisa de madeira. Portanto, um investimento maquiado de seriedade ambiental. O mesmo interesse capitalista da Zuzano implantando a produção de eucalipto naquela região, afetando os recursos hidricos, sob o ôba ôba da Sema de Vitor.

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