Em 2021, quando João Roma, do Republicanos, foi alçado a ministro da Cidadania, a pasta passou a ser usada para direcionar boa parte das emendas de relator mediante o Fundo Nacional de Assistência Social (FNAS), o que não acontecia antes.
A verba para “estruturação da rede de serviços do sistema único de Assistência Social” das prefeituras, vinculada ao FNAS, decolou. Foi de apenas R$ 362 milhões em 2020 para R$ 1,6 bilhão em 2021. Neste ano, 2023, são R$ 2,4 bilhões destinados a essa ação.
Para se ter uma ideia da relevância do uso político dessa verba, basta olhar para como foi executado o orçamento de 2022. Do R$ 1,8 bilhão empenhado, quase R$ 1 bilhão foi destinado a indicações do orçamento secreto.
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