Assim como a UPA do Vinhas, as demais estão também com os médios todos em greve por falta de pagamento dos seus respectivos salários, onde estão mantendo uma enfermeira e duas técnicas de enfermagem para fazer a recepção, numa sala, onde apenas medem a pressão e fazem exames simples para medir a glicose. Uma forma esdrúxula para dizer que as portas estão abertas!!!
Eu estive na UPA do Vinhais, ontem (01), por volta das 19:00 horas, onde conversei com a enfermeira numa pequena sala de procedimentos, que me orientou a procurar o Socorrinho ou o Socorrão, visto que os médicos estavam todos em greve, conforme o vídeo.
Um dos seguranças afirmou que não está havendo atendimento e que as UPAs pioraram em todos os sentidos com a gestão Flávio Dino.
As fotos que tirei comprovam que a UPA do Vinhais está praticamente fechada. Fotos essas tiradas na parte em que fora feito a mudança, ou seja, a parte lateral do antigo prédio.
Agora, como ir ao Socorrão se o atendimento está precário, visto que os médicos radiologistas estão em fase de paralisação por falta do pagamento dos seus respectivos salários há sete meses?
Por outro lado, o governador Flávio Dino numa tentativa de justificar o caos existente da saúde estadual paga propagandas televisivas, cujo objetivo é dizer que os motivos são pelo fato das dividas deixadas pela gestão anterior.
Ora bolas!!! As dívidas deixadas pela gestão anterior entraram em “Restos a Pagar”, isso para o ano de 2015 e não para o ano de 2016. Também, vale ressaltar que tudo deixado em “restos a pagar” para 2015 estava devidamente empenhado e com seus recursos alocados no orçamento de 2015. Quanto as dívidas decorrentes do “restos a pagar” para o ano de 2016 é de total responsabilidade da atual gestão. Portanto, a fala do governador não condiz com os princípios orçamentários.
Outro fator preponderante a ser dito é que os recursos do SUS foram diminuídos, haja vista que o governo Flávio Dino fechou leitos, fechou leitos de UTI, diminuiu a complexidade dos hospitais regionais, deixou de fazer mutirões de cirurgias. Esses fatores diminuem os recursos enviados pelo governo federal.
Dois hospitais que eram de grande influencia para o crescimento dos recursos foram transformados em meros postos de saúde: o hospital de Matões e o de Peritoro, esse último fazia dezenas de mutirões de cirurgia, coisa que engrandecia o bem-estar da coletividade e constituía de fato os procedimentos médicos/hospitalar.
Publicado em: Governo
Isso é uma palhaçada esse governo vagabundo esse governador não tá prestando para o Maranhão ele só quer vingança, não votei nele e tenho raiva de quem votou, bem feito tá acabando com São Luís, ainda mais se juntando com esse Prefeito é uma corja só.