Quando será que o Ministro Alexandre Padilha exigirá que todos os gestores cumpram com suas obrigações com a Saúde?

Publicado em   22/jul/2013
por  Caio Hostilio

padilhaAproveitando a presença do Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, em São Luís, seria providencial que ele explicasse os porquês do Ministério da Saúde continuar repassando os recursos do SUS – fundo a fundo – para diversos gestores públicos que não cumprem com suas prerrogativas que coaduna com os valores repassados, além de não aplicarem os 15% de toda sua receita na saúde, que é uma exigência constitucional.

Espero que o Ministro Padilha possa explicar se isso é normal numa cidade que recebe do seu ministério recursos para cumprir com a alta e média complexidade essa conversa entre a Dra. Rita Camarão e o Secretário Adjunto de Saúde do Município, Israel Pereira. A Dra. Rita Camarão foi até o secretário adjunto falar sobre a renovação dos contratos de hemodiálise, pois já estavam prestes a vencer e precisavam ser renovados. A Dra. Rita Camarão disse ao Israel Pereira e a Dra. Marina (orçamento), que os contratos para os pacientes que precisam fazer hemodiálise precisam ser renovados urgentemente ou feito uma nova licitação. O adjunto Israel Pereira, por sua vez, respondeu que isso deixasse por conta do Governo do Estado, que eles se virassem. A Dra. Rita Camarão respondeu que essa obrigação é do Município, haja vista que recebe os recursos para cumprir com essa prerrogativa. Israel Pereira voltou a dizer que deixasse por conta do governo do Estado.

Se o Ministro não sabe, são diversas pessoas que precisam de diálise em São Luís e a fila para chega a ter mais 80 pessoas que não conseguem fazer suas diálises e ficam passivas de morrer…

sao-luisTambém, seria providencial que o Ministro explicasse o que fizeram com os R$ 350 milhões enviados para São Luís – fundo a fundo -, principalmente depois da visita da promotora de saúde no Socorrão II.

Ou exigir que o gestor diga aos ludovicenses o que fizeram com os R$ 350 milhões enviados pelo Ministério da Saúde – fundo a fundo -, isso sem contar com os 15% que a Prefeitura tem aplicar na Saúde, isso de toda sua arrecadação, que somados aos repasses do Ministério, o valor supera a casa dos R$ 500 milhões. É inconcebível a Falta de medicamentos, comida, equipamentos e materiais de consumo, como foi constatado pela Promotora de Justiça de Defesa da Saúde.

O Brasil quer respostas, senhor ministro!!!

  Publicado em: Governo

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