Alguém pensa em repartir o pão? Apesar da cautela, projeto dos royalties deve virar briga judicial

Publicado em   10/nov/2012
por  Caio Hostilio

Adriana Caitano

Apesar da pressão de parlamentares do Rio de Janeiro e do Espírito Santo para acelerar a judicialização do debate sobre a divisão dos royalties do petróleo, os outros poderes tratam o tema com cautela. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux, que analisa o pedido de um grupo de deputados fluminenses e capixabas, feito na quinta, para cancelar a votação do projeto de lei aprovado no Congresso, sinalizou ontem que não pretende atropelar a decisão do Legislativo. Até representantes do governo do Rio avaliam que a ação dos parlamentares pode ter sido precipitada.

Durante um eventoem São Paulo, Fux disse que vai analisar o tema sob os pontos de vista técnico e político. %u201CPrimeiro, (verificar) se esta questão está no momento de ser judicializada, em nome do respeito ao princípio da separação dos poderes%u201D, comentou.

Comentário do blog: Depois não sabem responder com argumentos plausíveis os motivos verdadeiros pelos quais as Regiões favorecidas são sempre a Sul e a Sudeste, enquanto que as Regiões Norte e Nordeste, além de grande parte da Região Centro Oeste, esquecidas. Num país continental não pode haver tanta discriminação assim. Isso é preconceito e falta de respeito com mais 60% do território desse país. A riqueza no solo brasileiro, independente de que estado esteja, pertence aos brasileiros, essa é a minha concepção de brasileiro.

  Publicado em: Governo

2 Responses to Alguém pensa em repartir o pão? Apesar da cautela, projeto dos royalties deve virar briga judicial

  1. Paulo Cesar disse:

    Porque os problemas encontrados em cidades que recebem centenas de milhões são os mesmos das que não recebem? por isso deve ser tudo dividido….

    • Caio Hostilio disse:

      O grande problema de São Luís foi o vício de esperar tudo do governo do Estado, assim como os outros municipios. Aqui é o único estado brasileiro que a culpa por tudo é de um só gestor, quando existem 218, sendo 217 municipais que recebem bilhões e bilhões que são seis vezes mais que o orçamento do Estado, são os responsáveis pelos ensinos infantil e fundamental, recebendo milhões e milhões do Fudeb, FNDE, PPDE, PDE e demais verbas, da Saúde recebem recursos para prestar seus atentimentos dentro das complexidades a que estão submetidos… Mas todos se calam diante do desvios desses bilhões.

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