Matéria sobre etanol de arroz repercute…

Publicado em   15/mar/2012
por  Caio Hostilio

No dia 12 de março, publiquei a matéria “Etanol: Se usineiros estão escondendo a cana, então vamos de arroz…, cujo teor era as pesquisas de duas empresas de agroindústria no Rio Grande do Sul, localizadasem São Borja(oeste do estado) e em Camaquã (no leste, próxima à Lagoa dos Patos), começam a produzir etanol do arroz, em escala experimental (ainda não comercial).

Ontem (14), recebi o email da biorrefinarias@etanoldearroz.com.br, conforme abaixo:

Prezado Hostilio,

O projeto ” Estrela do Sul” foi lançado em 2006 no 1º Forum regional de biocombustiveis na cidade de São Borja e nos meses seguintes apresentado em diversas cidades do RS, FIERGS e FEDERARROZ.

Consiste na implantação de uma rede de até 10 biorrefinarias para produção de etanol de arroz, CO2 e Ração animal em larga escala no RS. Sendo que este processo para produção de ração animal a partir dos residuos do etanol tem patente requerida desde 2007 e é um dos destaques do INPI no ALERTA TECNOLOGICO Nº2 publicado em junho de 2009, na pagina 73(em anexo). Esta é uma publicação de âmbito internacional onde selecionam os requerimentos de patentes mais significativos do setor, sendo que nesta edição foram selecionadas um total a nivel mundial de 263 solicitações, sendo apenas 10 brasileiras.

O projeto visa absorver o coproduto “arroz quebrado” das industrias de beneficiamento de arroz do RS como materia prima para produção de etanol via rota amilácea, aproveitando a geração de CO2 da fermetação e os residuos do processo como materia prima para produção de ração animal.

É uma solução entre o dilema: produzir combustivel ou alimento?

Pois geramos combustiveis a partir de um produto não utilizado como alimento e com os residuos do processo produzimos ração animal para produção carne.

Mais detalhes no site www.etanoldearroz.com.br

A tecnologia já e consolidada, informações e contato disponiveis no site www.cibraer.com.br

Se quiseres pode publicar informações dos referidos sites.

Agradeço a atenção e a oportunidade para maiores esclarecimentos,

Grato,Felipe Petterle

Economista

 

Espero que essa nova alternativa seja abraçada pelo governo federal e que dê ao consumidor brasileiro uma nova chance em ter combustível não poluente com valor bem mais barato que os derivados do petróleo e da cana de açúcar.

  Publicado em: Governo

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