O Programa Fantástico mostrou, ontem (29), a ponta do iceberg… Prefeitos embolsam R$ 60 milhões com eventos superfaturados

Publicado em   30/jul/2012
por  Caio Hostilio

Aqui nesse blog já publiquei diversas vezes que no Maranhão são 218 gestores públicos independentes e que a culpa de tudo é apenas de um, o governador, quando os outros 217 gestores recebem anualmente mais de quatro a cinco vezes o orçamento anual do governo estadual, além dos municípios maranhenses serem os 6º que mais recebem recursos entre todos os dos outros estados brasileiros e ninguém sabe onde foram parar os bilhões e bilhões recebidos anualmente por esses gestores e responder se todo esse dinheiro fosse aplicado corretamente o IDH do Estado seria péssimo. Calam-se diante de tudo isso!!! Para isso existe a politicalha e canalhice, além da covardia e da mentira sobre o péssimo índice do IDH… “Deixa a culpa só sobre o governador”. O mesmo é sobre a péssima qualidade educacional… “A culpa é do governador”. Quanta canalhice e mentira!!! São exatamente os 217 gestores municipais os responsáveis pelos ensinos: infantil e fundamental, que vai da alfabetização (ensino infantil) até a 8ª série (ensino fundamental)… Aí vale questionar: Por que os politiqueiros do Maranhão mantêm esse discurso mentiroso e canalha, mesmo os antissarneys e os sarneys? Simples!!! Porque precisam dos votos desses gestores para se eleger!!! E os bilhões somem pelo ralo como bem mostrou essa matéria do Fantástico… Ainda tem o povo que condicionou esse discurso canalha como sendo verdadeiro e acha que vai surgir um salvador da pátria, que terá a capacidade de interferir nas administrações municipais!!! Isso é inconstitucional e não passa de conto do vigário, história pra boi dormir!!! As três esferas governamentais são independentes e não será nenhum cara de conversa mole que mudará um vício desses do qual ele mesmo faz parte… É necessário primeiro que povo e todos os políticos mudem suas visões vesgas sobre o que é certo e errado nas três esferas governamentais e cobrar de todos os gestores públicos as aplicações corretas dos recursos… Só assim veremos realmente um país e um estado próspero…

Vamos a matéria do Fantástico:

A quadrilha agia em 30 cidades paraibanas e em mais três estados do Nordeste. O foco era o dinheiro de festas populares, como Carnaval e São João.

São João, Carnaval, Ano Novo. Para a maioria dos brasileiros, é época de se divertir. E, para uma minoria de gente desonesta, época também de desviar dinheiro público. Prefeitos de cidades muito pobres do Nordeste são acusados de promover eventos superfaturados e botar no bolso mais de R$ 60 milhões, que deveriam ser usados pra beneficiar a população.

Uma rua de terra leva a uma empresa milionária. No papel, JC Produções é uma experiente firma de eventos. Nos últimos três anos, venceu 231 concorrências de prefeituras. Faturou R$ 3 milhões.

Também no papel, a sede é a casa da Joelma e do Seu Jorge. “Nenhuma empresa de eventos. Só essa casinha aqui, a casa do meu pai”, ela conta.

O endereço deles foi usado para montar uma das empresas fantasmas envolvidas em um esquema milionário de desvio de dinheiro público. Ao todo, 27 pessoas foram presas. A quadrilha agia em 30 cidades paraibanas e em mais três estados do Nordeste.

No grupo havia até prefeitos: Francisco de Assis Melo, de Solânea, João Clemente Neto, de Sapé, e Renato Mendes, de Alhandra.

O esquema foi desvendado pelo Ministério Público da Paraíba e pela Polícia Federal. O foco da quadrilha era o dinheiro de festas populares, como Carnaval e São João. Os prefeitos envolvidos tinham uma missão: fraudar contratos para que empresas de amigos conseguissem os serviços.

“Era uma mulher, era um filho, um sobrinho, um conhecido. Essas empresas é que disputavam entre si”, explica Oswaldo Trigueiro, procurador-geral de Justiça da Paraíba.
Na prática, estas empresas só existiam no papel. O endereço de todas era falso. Segundo o Ministério Público, prefeitos e empresários se uniam para combinar o valor do desvio. “Quanto é a banda? A banda é R$ 30 mil, então vamos cobrar R$ 150 mil”, diz Oswaldo Trigueiro.

Algumas firmas vencedoras pareciam nem conhecer os serviços que forneciam. Chegaram a confundir autorização para soltar fogos com um documento que solta presos.
Continue lendo a matéria e assistindo o vídeo clicando: http://tinyurl.com/cayxuvt

  Publicado em: Governo

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