Mobilidade Urbana não são reuniões, audiências públicas e muito blábláblá… São ações, ou seja, obras!!!

Publicado em   29/out/2013
por  Caio Hostilio

Esse papo de reunião e muita conversa para construções de rampas e obrigatoriedade de acesso aos deficientes ao transporte coletivo, bancos, órgãos públicos, banheiros públicos, restaurantes, cinemas, teatros etc. já encheu o saco de todos. Na verdade, Para fazer tudo isso e exigir que tudo isso seja obrigado bastam três coisas apenas: colocar as leis em práticas, fiscalizar rigorosamente e, principalmente, cumprir com as obras necessárias, que os custos são baratíssimos… Não fazem porque nossos representantes são safados e canalhas!!! Muita politiquice é coisa para enganar idiotas!!!

Foto 2 - DPE - acessibilidade e mobilidadeA Defensoria Pública do Estado (DPE/MA) e o Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Comdef) promoveram uma roda de diálogo com representantes da Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (SMTT) e membros de diversas associações de pessoa com deficiência da capital, com o objetivo de debater questões sobre mobilidade urbana, acessibilidade, passe livre, dentre outras. A reunião, ocorrida na sede da DPE/MA, foi conduzida pelo defensor público titular do Núcleo de Defesa do Idoso, da Pessoa com Deficiência e da Saúde, Benito Pereira, e pelo presidente do Comdef, Márcio Azevedo.

As principais reclamações das pessoas com deficiência são relacionadas aos problemas estruturais da cidade. Para a cadeirante Deline Cutrim, representante do Fórum das Entidades de Pessoas com Deficiência e Patologia, a falta de estrutura adequada interfere no seu direito de ir e vir. “Circular pela cidade é um desafio. Pegar ônibus é complicado, porque os que são acessíveis, na maioria das vezes estão quebrados, sem falar na falta de respeito com que somos tratados pelos motoristas”, comentou.

Outro item da pauta foi o passe livre para pessoas com deficiência e seus acompanhantes. A dona de casa Maria Nilse Pereira Lopes, de 49 anos, relatou que ao renovar o cartão de passe livre de sua filha, Rafaela, de 11 anos, que possui deficiência mental, não concederam a ela o direito ao passe livre como acompanhante. “Isso é complicado, porque eu não tenho condição de ficar pagando passagem para levar minha filha ao hospital e à escola. Parei de trabalhar para cuidar dela, justamente porque ela não tem condições de andar sozinha”, explicou Maria Nilse.

Para o defensor público Benito Pereira, é necessário que os órgãos de controle social e os executores de políticas públicas se reúnam para suprir as demandas do segmento e melhor atender às reivindicações da população. “As exigências que estão sendo feitas pelas pessoas com deficiência são mínimas, pois é básico que tenham condições de acessibilidade, com sinalização e estruturas adequadas. O diálogo é importante para que os gestores conheçam as demandas, se sensibilizem e executem as políticas”, ressaltou.

Ônibus lotados, rampas e calçadas quebradas, pontos de ônibus inadequados, são alguns dos entraves que causam transtornos diários para a dona de casa Francisca Mendes, de 54 anos, que tem uma filha com paralisia cerebral. “É muito difícil quando eu tenho que sair com minha filha, porque os ônibus vivem lotados, as rampas de acesso aos pontos de ônibus e terminais de integração estão quebradas, o que dificulta a nossa locomoção. E, aqui na área do Centro Histórico, as calçadas estão todas quebradas. Ainda temos que dividir espaço com carros e vendedores. É uma situação lamentável”, comentou Francisca Mendes.

A coordenadora do Centro Integrado de Apoio à Pessoa com Deficiência (Ciapd), da DPE/MA, Lívia Carvalho, destacou a atuação da instituição na defesa dos direitos do segmento e o grande número de demandas recebidas diariamente pela Defensoria. “Grande parte dos atendimentos do Ciadp diz respeito à insatisfação com o sistema de transporte público, passe livre, acessibilidade. Daí a importância de se buscar soluções para essas questões”, destacou.

A superintendente de Transporte da SMTT, Cíntia Fonseca afirmou que a secretaria está trabalhando na reforma dos terminais de integração e que as reivindicações das pessoas com deficiência serão levadas aos gestores, para que sejam incluídas no planejamento de atividades da SMTT. “A previsão é de que até novembro os terminais estejam adequados às regras de acessibilidade, com rampas, banheiros e informações em braile. A nossa principal dificuldade é dispor de funcionários capacitados na área para realizar o atendimento nos terminais”, disse Cíntia Fonseca.

Também participaram da roda de diálogo a coordenadora de Planejamento, Projeto, Gestão e Benefício da SMTT, Porfíria Silva, e o superintendente de Trânsito da SMTT, Gilberto Sátiro.

  Publicado em: Governo

Uma comentário para Mobilidade Urbana não são reuniões, audiências públicas e muito blábláblá… São ações, ou seja, obras!!!

  1. Antonio Vidal disse:

    Esta idiotice de audiencia pública é pura babaquice e safadeza pra enganar e roubar o dinheiro da nação, não fazem realmente é porque são todos canalhas; administradores, promotores em fim a corja toda, concordo com o blogueiro.

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