O poder é para todos?

Publicado em   11/fev/2011
por  Caio Hostilio

O homem é o animal mais fácil de domar. Ele é facilmente enganado e seduzido por coisas superficiais como a beleza, a fama, o dinheiro, a reputação e o poder. Às vezes parecem tolos e, mesmo que se esforcem, não conseguem enxergar as coisas que acontecem à sua volta.

A convivência do homem com o poder acaba lhe proporcionando todas as demais tentações. O requinte atrai a beleza. infantil A escalada rumo a uma ascensão natural traz a fama que, às vezes, embriaga e proporciona o cheap NFL jerseys assédio e a bajulação! Nasce, então, o elogio fácil!

O poder alivia mágoas, elimina frustrações, massageia o ego, satisfaz o espírito, dá garantias, segurança, encobre situações e mascara as até então transparentes verdades do homem. Todos os sintomas desse realismo fantástico podem, no entanto, ser medido e constatado quando o poder se vai. Não são muitos os homens que sabem conviver com o fascínio resultante do poder. Em menor quantidade são aqueles que sabem perdê-lo!

No auge, são poucos os homens que conservam os seus hábitos, as suas amizades e sentam-se à mesa como simples mortais. Felizes desses, porque serão sempre brindados pelos amigos que conquistaram, quando o poder se for. E o poder se vai!

Quando o poder se vai, curiosamente vão-se os “amigos” e com wholesale jerseys eles toda uma legião de oportunistas.

Vale lembrar que, na gangorra dessa vida, um dia se sobe e no outro se desce. Essa alternância que a vida estabelece proporciona ao povo conhecer o verdadeiro caráter de um homem que teve o poder nas mãos. Proporciona também, e principalmente, ao homem avaliar as pessoas que vivem ao seu List lado e à sua volta.

O poder não é para qualquer homem. Não pode ser exercido por aqueles que não são capazes de resistir à tentação de misturar seus próprios interesses com os interesses de todos governados por ele. Para exercer o poder de fato, o homem não deve ser tão somente um homem. Não é preciso formação, nem descendência e muito menos poder econômico. Não! O homem deve ser capaz de liderar com decência.

Os exemplos estão aí daqueles que não se deixaram ser picados cheap jerseys pela mosca azul ao chegar ao poder, cujo poderio não modificou suas personalidades, principalmente no que tange a simplicidade, humildade, o respeito aos seus amigos, correligionários e aos seus eleitores, pois estarão sempre no topo, como é o caso de Luiz Inácio Lula phí. da Silva e de José Sarney. wholesale jerseys Lula entrou e saiu da Presidência da República como sempre foi, ou seja, um simples operário que gosta de jogar bola, conversar com os amigos e até beber uma cachacinha. Sarney foi presidente da República, quatro vezes presidente do Senado, é da Academia Brasileira de Letras e tantas coisas mais, porém nunca deixou de ser simples, Книга de ouvir mais que falar, atender seus amigos e correligionários e gostar de conversar com as pessoas simples. A arrogância e a prepotência não cabem a essas duas figuras da história brasileira.

Por outro lado, existem aqueles que traem pensando que as coisas melhorariam e dão aqueles que nunca tiveram a frente de um poderio tão grande a força. Em pouco tempo wholesale NFL jerseys esse escolhido começa a mostrar quem ele é de fato, com usa arrogância, prepotência e falta de espírito coorporativo, compartilhado e humilde. Não demora muito para surgir os arrependidos.

Por isso a um dito popular muito interessante: “Quer conhecer um homem, então lhe dê o poder!!!”

  Publicado em: Governo

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