Transição e continuidade

Publicado em   19/nov/2012
por  Caio Hostilio

Do blog de Marco D’Eça

Se a cada eleição há a transição de governo, ou seja, o novo gestor a tomar posse não for reeleito ou ser de uma base política diferente, há mudanças substanciais no que diz respeito aos reflexos que a cidade ou estado irá sentir nos setores de infraestrutura, saúde, saneamento, entre outros.

Acontece que, cada gestão aplica seus projetos para essas áreas e quando há mudanças, alguns projetos que obtiveram sucesso simplesmente são abandonados pela nova gestão. A população sente a diferença quando, por exemplo, os terminais de integração de São Luís tiveram uma queda nos serviços internos de informação e limpeza no ano de 2008 até os dias atuais.

Outro exemplo volta-se para os projetos voltados para emprego e renda, turismo e revitalização do Centro Histórico. Por que certos projetos deixam de ser executados quando a população elogia tanto? Seria o caso de dar continuidade e não simplesmente esquecer, dando a desculpa de falta de recursos.

São esses pontos que deveriam ser levados em consideração assim que um gestor assume o comando. Mesmo que não seja de obrigação dele continuar o projeto anterior, deveria se pensar nos benefícios e na repercussão que teve para a sociedade e assim, dar a sua devida continuidade.

Comentário do Blog: Marco D’Eça sua linha de pensamento está correta. As cinco áreas fundamentais para que uma nova gestão planeje ações de impactos, são elas: Finanças/Orçamento, Gestão, Saúde, Educação e Urbanismo. Você tocou numa das áreas que visivelmente é logo abandonada. Muitos reclamam do trabalho da MSTT, mas mal ou bem, tire os agentes de transito um dia sequer nos horários de picos, exatamente nas localidades onde o transito é mais intenso?

  Publicado em: Governo

2 Responses to Transição e continuidade

  1. Fernando disse:

    É bom que o Prefeito eleito mostre serviço. É bom que ele pense, sente, planeje, tome decisoes que deem um rumo certo em sua administracao, porque nao faltam aqui hoje sao meios, canais de comunicacao para acompanhar seus passos. Virou rotina vermos gestores publicos esquecerem de cuidar/recuperar/revitalizar e tantos outros termos, obras dos seus antecessores e ainda por cima nao deixarem nada para a populacao ou deixar inacabado.

    • Caio Hostilio disse:

      Isso virou rotina no Brasil… O que tem de esqueleto é fora do normal. É muito desperdício do dinheiro público.

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