Leiam essas entrevistas abaixo, reflitam, e me digam se São Luís tem candidato de fato comprometido com o povo ou estão preocupados somente com a politicalha?

Publicado em   02/jun/2012
por  Caio Hostilio

A quem querem enganar com esse discurso idiota e babaca de anti-sarneys e até anti-castelistas se todos fazem parte do governo de Castelo? São Luís precisa é de alternativa, que se sobreponha a essa patacoada de anti-sarneys contra sarneysistas… Vale lembrar que São Luís já é governada pelos anti-sarneys há mais de 30 anos e alguém viu alguma modificação gratificante ou algum modelo de gestão exemplar?

O certo é que o povo já cansou dessa picuinha, que até hoje não trouxe nada de bom para o Estado, haja vista que os anti-sarneys já estiveram no governo do Estado e não mostra a que vieram, apenas deixando a Lei do Cão como herança.

O que se ver muito são falsos moralistas que, na verdade, eles são antiéticos, antidemocráticos e imorais com a coisa pública.

Entrevistas concedidas ao Portal Vermelho

Edivaldo Júnior (PTC)

Vermelho: Na sua opinião, qual será o papel de Flávio Dino nas eleições de 2012?

Edivaldo Holanda Junior: Flávio é o líder da oposição no Estado. Hoje, os partidos do campo democrático seguem sua orientação política e caminham juntos na construção de um projeto de governo que tem como base, as eleições municipais deste ano. Sua participação ativa na campanha, seu engajamento nessa luta é fundamental para que se amplie o leque de vitórias e se estabeleça uma base sólida para concretização desse projeto.
Qual é a prioridade para São Luís, no seu ponto de vista?

So Luís é hoje uma cidade destruída. A educação, a saúde, a mobilidade urbana são o verdadeiro caos. Na saúde, por exemplo, quando comparamos com outras capitais registramos os piores índices. Não é possível mais se conviver com essa situação. Por essa razão, um dos setores públicos que daremos prioridade é a saúde.

Outra prioridade é para educação, implantaremos uma educação pública de qualidade. Uma educação comprometida com o aprendizado de todos os seus alunos através da gestão eficiente e compartilhada. Iremos superar a fragmentação das políticas na área da educação, contribuindo para a convergência de ações que tenham como foco a aprendizagem dos alunos, domínio da leitura, da escrita e do cálculo, além da formação de valores e atitudes.

Na mobilidade urbana, outra prioridade, estaremos buscando novas alternativas para o trânsito e o transporte de massa. A prioridade te que ser para o transporte coletivo em detrimento do individual. A maioria das grandes cidades cresceu de forma rápida e desordenada. São Luís não foi diferente, o transporte público não acompanhou esse ritmo e as principais vítimas são as pessoas, cuja a locomoção virou um penoso castigo diário.
No grupo de oposição, existe mesmo possibilidade para uma candidatura única? Por quê?

Claro que sim. Veja bem, há na consciência de todos os companheiros pré-candidatos a convicção de que a cidade de São Luís e o Estado do Maranhão são maiores do que nós e do que qualquer interesse pessoal e subalterno. Há dentro de nós a certeza de que desempenhamos um papel preponderante no resgate em relação ao retrocessso que vive São Luís e ao atraso no Maranhão.

É nesse entendimento e no compromisso firmado pela unidade que acredito ser real essa possibilidade.

Em relação aos grupos políticos tradicionais liderados de um lado por Roseana Sarney e de outro por João Castelo, qual a sua avaliação?

Resposta- São quadros políticos responsáveis pelo atraso em que vive o Maranhão e pelo caos administrativo que se encontra nossa Capital. Vejo com tristeza esta realidade, e ao mesmo tempo com profunda responsabilidade com o futuro de nossa gente.

Se o grupo de oposição se dividir, quais são as possibilidades de aliar-se à candidatura de João Castelo ou de alinhar-se a Washington Oliveira, representante do grupo Sarney?

Resposta- Não há menor possibilidade de seguirmos com nenhuma dessas duas candidaturas. E também me recuso a acreditar que qualquer um dos companheiros comprometidos com o projeto da oposição falte com o compromisso público do consenso. A união deste grupo é o grande passo para a eleição de Flávio Dino ao governo em 2014.

Eliziane Gama (PPS) fala ao Portal Vermelho como pré-candidata

Na sua opinião, qual será o papel de Flávio Dino nas eleições de 2012?

Decisivo, pois Flávio Dino se consolidou no Estado do Maranhão como maior liderança no campo progressista e a Capital São Luís é uma cidade marcada por administrações que tem perfil do campo de oposição. Portanto, como ele tem esse perfil, o posicionamento dele define o processo eleitoral.

Qual é a prioridade para São Luís, no seu ponto de vista?

R- A cidade de São Luís foi abandonada nesta ultima administração e não dá para escolher uma área, pois são várias, essencialmente aquelas que são pilares da administração pública como a saúde, educação, urbanismo e assistência social. Pela primeira vez na história de São Luís, escolas foram fechadas pela Vigilância Sanitária. Os hospitais funcionam como hospitais de guerra. A pavimentação asfaltica e o saneamento básico não existem. E as nossas crianças e adolescentes não tem a devida proteção como está previsto na Constituição Federal.

No grupo de oposição, existe mesmo possibilidade para uma candidatura única? Por quê?

Acredito que existe sim, por que foram apresentados critérios que estão sendo seguidos. Não tem porque não haver a unidade. Cada pré-candidato ou pré-candidata ao vir integrar esta frente, veio na certeza de que as condições de cada um seriam apresentadas e aquele ou aquela que reunisse maior viabilidade teria a candidatura homologada.

Em relação aos grupos políticos tradicionais liderados de um lado por Roseana Sarney e de outro por João Castelo, qual a sua avaliação?

São dois grupos que tem muita coisa em comum, porque representam o atraso, retrocesso e falta de uma política responsável com o ideal de renovação, transversalidade, e visão voltada para o ser humano. Por isso, que a nossa Capital e o nosso Estado estão entre os mais pobres do Brasil.

Se o grupo de oposição se dividir, quais sao as possibilidades de aliar-se à candidatura de João Castelo ou de alinhar-se a Washington Oliveira, representante do grupo Sarney?

Da minha parte não há nenhuma possibilidade, nem de aliar-se a um grupo, nem ao outro. Até por que meu posicionamento sempre foi muito claro referente a estas duas administrações.

Roberto Rocha (PSB) fala ao Portal Vermelho como pré-candidato

Na sua opinião, qual será o papel de Flávio Dino nas eleições de 2012?

Terá o papel de um líder, a pessoa que fará o chamamento a todos, liderando o processo e conduzindo a campanha de acordo com todas as propostas de mudança que São Luís e o Maranhão precisam.

Qual é a prioridade para São Luís, no seu ponto de vista?

O maior desafio de qualquer grande cidade é estar em movimento, é fazer com que a cidade não pare. São Luís, hoje, tem uma entrada de três mil carros por mês, mas a estrutura da cidade não tem se adequado a essa exigência, e o direito de ir e vir das pessoas fica prejudicado. A cidade necessita também de um melhor atendimento de saúde e de educação de qualidade. O conhecimento liberta as pessoas, fazem com que elas queiram mais e melhor. E tudo isso só pode ser feito com uma gestão justa, democrática e sustentável.

No grupo de oposição, existe mesmo possibilidade para uma candidatura única? Por quê?

Estamos discutindo essa possibilidade há meses. Passamos por altos e baixos e, apesar de tudo, acreditamos que poderemos construir um grupo coeso. Não é fácil unir tantos partidos com líderes expressivos em um único grupo majoritário, mas trabalhamos nisso há meses para que possamos chegar a um denominador comum que se adéqüe às condições eleitorais.

Em relação aos grupos políticos tradicionais liderados de um lado por Roseana Sarney e de outro por João Castelo, qual a sua avaliação?

O modelo de gestão de ambos é absolutamente atrasado. Não se pode mais governar nenhuma instituição do jeito que se fazia há 10, 20 ou 30 anos. O mundo evoluiu, a gestão pública precisa ser cada vez mais integrada e em contato com a população, tendo um sistema de planejamento eficaz. Sem uma boa gestão não há um bom governo e a cidade e o estado precisam avançar muito para fazer as entregas que a população precisa e pede.

Se o grupo de oposição se dividir, quais são as possibilidades de aliar-se à candidatura de João Castelo ou de alinhar-se a Washington Oliveira, representante do grupo Sarney?

Roberto Rocha é conhecido no Maranhão, mais no interior, é verdade, mas quem conhece minha posição sabe que a gente tem rumo. O que temos atualmente e muito semelhante aos governos anteriores. E o que eu posso dizer é que minha pregação é semelhante à minha ação. Nós, no PSB, buscamos um caminho novo junto com o PCdoB. Foram esses dois partidos que deram início há um ano a esse processo de união da oposição que será vitorioso, daí vieram os outros partidos para somar. Diante da hipótese de isso não acontecer, todos poderão verificar que Roberto Rocha tem lado e é o lado que o povo está. E, certamente, esse lado não é o governo do estado e nem a prefeitura.

Tadeu Palácio (PP) fala ao Portal Vermelho como pré-candidato

Na sua opinião, qual será o papel de Flávio Dino nas eleições de 2012?

Flávio Dino representa o sentimento que cresce no Maranhão ao longo dos anos: o sentimento de mudança. Mudança no modelo de gestão, administração e relacionamento do governo com as pessoas. O primeiro passo nesse sentido foi dado na eleição de Jackson Lago a governador do Maranhão, quando aconteceu tudo aquilo depois do processo que abriram contra ele. Hoje, temos o Flávio Dino que representa essa mudança e ninguém é como ele. Há no Maranhão uma revolta com a política, mas ainda é uma revolta medrosa, e o Flávio Dino tem ajudado a trazer mais confiança ao povo do Maranhão, para que ele se liberte.

Qual é a prioridade para São Luís, no seu ponto de vista?

São Luís precisa, primeiramente, resolver as necessidades básicas. Recuperação do modelo de Educação. Não podemos compreender que as escolas comecem sempre o ano letivo fechadas. O único anoem que João Casteloconseguiu abrir o ano letivo na data certa foi em 2009, ano em que deixei tudo organizado ao sair da prefeitura. Precisamos também encontrar um novo modelo para a saúde, mobilidade e para a limpeza urbana. Hoje se gasta três vezes mais que antes e a cidade está mais suja, com hospitais sucateados, o que não aconteceu na minha gestão. São Luís precisa respirar uma administração competente, que esteja integrada nacionalmente.

No grupo de oposição, existe mesmo possibilidade para uma candidatura única? Por quê?

Foi isso o que nós combinamos. Divididos, acredito que favorecemos os adversários e temos que ter sempre em vista o processo eleitoral de 2014. O que precisamos é de maturidade neste momento para ver quem tem as melhores condições de disputar as eleições com experiência e quem conhece o caminho das pedras para fazer o melhor. Vou acompanhar o que o conjunto decidir, mas todos nós precisamos ser sábios para ter discernimento de perceber onde estão as melhores condições.

Em relação aos grupos políticos tradicionais liderados de um lado por Roseana Sarney e de outro por João Castelo, qual a sua avaliação?

Ambos são péssimos. O que Castelo está vivendo eu já vivi, mas dei respostas muito mais rápidas aos problemas da cidade. Na minha época não tivemos nenhuma greve porque fazíamos a interlocução democrática. Não deixávamos que o problema crescesse a um ponto de não poder ser resolvido. Quanto ao governo de Roseana Sarney, lá estive e nada vi porque não participei de nada. Não tive espaço no governo dela, que preferia fechar os olhos aos problemas do Maranhão.

Se o grupo de oposição se dividir, quais são as possibilidades de aliar-se à candidatura de João Castelo ou de alinhar-se a Washington Oliveira, representante do grupo Sarney?

Sou coerente. Construí minha vida na esquerda desde 1988 até deixar a prefeitura em 2008. Sempre fui contra o grupo Sarney e João Castelo. Por uma circunstância tive que entrar no governo de Roseana Sarney, mas sai de lá com a certeza de que aquele não era o grupo com o qual eu me identificava. Portanto, mesmo que essa hipótese remota aconteça, com certeza não estarei ao lado de nenhum dos dois grupos.

Viram alguma diferença ou a mesmice de sempre? Alguém tem proposta para melhorar São Luís ou vimos apenas perguntas e respostas programadas apenas pela briga pelo poder e a guerrinha idiota de sempre?

Eis a questão de São Luís nunca passar de uma província, mesmo com todo crescimento econômico e populacional!!!

  Publicado em: Governo

2 Responses to Leiam essas entrevistas abaixo, reflitam, e me digam se São Luís tem candidato de fato comprometido com o povo ou estão preocupados somente com a politicalha?

  1. luiz henrique disse:

    Por que Washington não é citado ?

    • Caio Hostilio disse:

      Simplesmente porque não foi entrevistado pelo Portal Vermelho… Releia a matéria e veja que as estrevistas foram feitas pelo Portal Vermelho…

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