Polícia indicia duas pessoas em inquérito sobre a morte de Marcelo Dino

Publicado em   05/maio/2012
por  Caio Hostilio

Kelly Almeida

Já não era sem tempo!!! Enfim, o Inquérito da Polícia sugere erro na administração de remédios para Marcelo…

No dia 16 de fevereiro de 2012, postei a seguinte matéria “Concordo em número, gênero e grau, com Flávio Dino”…, cujo objetivo era chamar a atenção para a administração dos medicamentos feitos no Marcelo no Hospital quando de sua crise de asma e digo: “Ora bolas!!! Medicamentos para asma são feitos a base de corticóides, que são responsáveis por diversos mecanismos regulatórios que proporcionam, em última análise, um equilíbrio orgânico diante das diversas situações de estresse que o organismo se depara no dia-a-dia. Contudo, mantém o tônus dos vasos sangüíneos: sem eles, os vasos se dilatam e o sangue não consegue chegar aos órgãos levando a um colapso circulatório, parada cardíaca e morte. Digo isso porque meu pai é asmático e faz uso do aerolim (bomba) e Diprospan (injetável), isso ministrado com muita cautela e com médicos monitorando a quantidade.”   

Digo, ainda: “Portanto, a morte prematura do Marcelo, de 13 anos, no Hospital Santa Lúcia, tem que ser apurada, visto que as suspeitas de erro médico são evidentes… Tudo leva a crer que utilizaram uma dosagem maior ao peso e as condições físicas que a criança poderia receber.”

Agora, a Polícia Civil encaminhou à Justiça o inquérito sobre a morte do estudante Marcelo Dino, 13 anos, após uma crise de asma no Hospital Santa Lúcia, em 14 de fevereiro deste ano. O relatório final de 23 páginas ficou pronto na última quarta-feira e relata detalhes da investigação. Trechos de depoimentos foram anexados ao documento. Em um deles, uma médica diz que a aplicação de um remédio teria provocado o problema respiratório do menino durante a internação. A polícia também solicita providências da Vigilância Sanitária do DF. No mês passado, uma pediatra e uma auxiliar de enfermagem foram indiciadas pela polícia.

O depoimento de uma médica que acompanhou o corpo de Marcelo ao Instituto de Medicina Legal (IML) consta no relatório encaminhando à Justiça. Rachel Eliza Collins Campedelli, que não é do quadro de funcionários do Santa Lúcia, sugere à polícia que “a administração dos medicamentos solu-medrol e/ou combivent, como fora realizada, tenha desencadeado o broncoespamo ou as reações, que uma vez não devidamente conduzidas, levaram Marcelo a óbito”.

  Publicado em: Governo

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