Arquivo de abril de 2012

Deputado Francisco Escórcio solicita federalização de crime contra Décio Sá‏

Postado por Caio Hostilio em 30/abr/2012 - 2 Comentários

O deputado federal Francisco Escórcio (PMDB-MA) enviou ofício ao Procurador Geral da República, Roberto Gurgel, solicitando a formulação de pedido ao Superior Tribunal de Justiça visando à federalização da investigação e do julgamento de todos os envolvidos no assassinato do jornalista Décio Sá. Veja ofício abaixo:

 

Você já leu “ferida aberta na terra dos bravos”?

Postado por Caio Hostilio em 30/abr/2012 - Sem Comentários

Do fiteiro

As informações dadas pela TV eram superficiais. Embora o Serviço Secreto, o FBI e a polícia de Dallas, juntamente com uma enorme multidão de circunstantes, estivessem presentes no cenário do crime, durante pelo menos duas horas as vozes tensas dos repórteres não forneceram nenhum fato concreto sobre o atirador ou atiradores. Contudo, ficamos como que hipnotizados pela confusão, pelas infindáveis banalidades, pela magia do espetáculo das comunicações. Preocupados com o que acontecera com o presidente e com nossa própria dor, ninguém deixou o restaurante naquela tarde. Os homens de negócios e os profissionais liberais que tinham ido almoçar cancelaram seus compromissos. Frank e eu telefonamos para o tribunal e voltamos para a sala de TV.

Foi então que, no meio da tarde, anunciaram de repente a prisão do acusado. Cerca de 15 policiais de Dallas o haviam detido, assistindo a um filme num cinema que ficava a uma distância considerável do local do assassinato. A prisão retardada estourou como uma bomba na tela da TV e com isso terminou o longo silêncio no restaurante. Podia-se sentir a repentina explosão de fúria, o ódio contra aquele rapaz antes desconhecido. Seu nome era Lee Harvey Oswald.

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As fotografias incriminadoras tinham sido encontradas na garagem de Ruth Paine em Irving, onde presumivelmente ela as estivera guardando. Quando em 21 de fevereiro de 1964, uma das fotografias explodiu na capa da revista Life, algumas pessoas concluíram que as provas contra Lee Oswald eram incontestáveis. No entanto, para a maioria das pessoas de bom senso, inclusive eu, a combinação do fuzil e do jornal comunista levantava mais perguntas do que as respondia.

À primeira vista, as fotografias pareciam ser de Lee Oswald. Entretanto, depois de examinadas com atenção ficava evidente que em cada uma delas o rosto de Oswald não se ajustava com precisão ao pescoço e ao corpo. Além disso, o rosto de Oswald aparecia exatamente igual em ambas as fotos, ao passo que a postura e a distância entre seu corpo e a câmara diferiam. Ademais, se o comprimento do rosto de Oswald fosse usado como medida, em uma das fotos o corpo era claramente mais alto do que na outra.

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Eu sabia, pelo testemunho de seus colegas do Corpo de Fuzileiros, que Oswald era notoriamente um mau atirador. Mas aquele feito seria impossível até para o melhor dos atiradores. Da toca do assassino, a primeira coisa que um atirador veria, se quisesse alvejar alguém passando de carro pela rua Elm, era uma árvore enorme, ainda cheia de folhas em pleno mês de novembro. Isso tornava improvável que o primeiro disparo houvesse atingido mais do que um galho ou um punhado de folhas.

Além disso, menos de dois minutos depois dos tiros, Oswald fora visto no refeitório do segundo andar do depósito. Não somente parecia tranqüilo, como estava bebendo uma Coca-Cola comprada numa máquina automática. Teria sido necessário que Oswald se movesse quase à velocidade da luz para executar sua façanha histórica de tiro (causando oito ferimentos em dois homens em menos de seis segundos), esconder o fuzil debaixo da pilha de caixas descritas pelo guarda Weitzman, descer quatro lances de escadas e depois comprar um refrigerante na máquina – tudo isso em menos de dois minutos e sem perder o fôlego.

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Promotor em Nova Orleans quando Kennedy foi assassinado, Jim Garrison iniciou uam investigação para levantar o que o suposto matador do presidente, Lee Harvey Oswald, fez na sua cidade nos meses anteriores ao crime que abriu uma ferida no orgulho norte-americano. Ao longo da década de 1960, Garrison acabou se convencendo que os próprios órgãos de segurança do governo (CIA e FBI), com o apoio de cubanos anticastristas, usou Oswald (que foi morto logo depois pelo mafioso Jack Ruby, mesmo cercado por muitos policiais) como bode expiatório de um complô que visava preservar a política de linha dura contra os comunistas, beneficiando as indústrias de armamentos. Neste livro de 245 páginas e letras miúdas, o promotor conta em detalhes como as provas fundamentais foram destruídas e como testemunhas importantes foram deliberadamente esquecidas. A batalha de Garrison ganhou as telas sob a direção de Oliver Stone, com Kevin Costner no papel principal. Neste caso, a justiça não foi feita.

O pecado da mentira

Postado por Caio Hostilio em 30/abr/2012 - 4 Comentários

Por Luis Nassif

De JB Costa

Mentir é humano. E como!

Não há como negar: dos sete pecados capitais o mais inerentemente humano é, disparado, o da mentira. Poderíamos numa nova classificação taxonomica, sermos tranquilamente identificados como homo sapiens falsus. Nossa espécie mente por diletantismo, por vício, por prazer, por obrigação, por sadismo, por masoquismo. Em suma: por qualquer motivo e situação. Seja na paz, na guerra, no lar e fora dele, no trabalho, no esporte, e, principalmente, no amor e na política.

Se por falta de dados estatísticos é impossível relacionar as diversas tipologias da mentira, o faremos   apenas com base nas nossas observações cotidianas relacionando as mais recorrentes e comuns a partir da esfera ou contexto de onde emanam:

 – Religiosas: a pessoa dizer-se ateu ou religiosa dependendo da ambiência. Um clássico nessa área é alegar-se  católico quando na realidade em apenas duas ocasiões revelou-se como tal: no batizado e no casamento.

– Esportivas: a mais corriqueira é um torcedor declarar-se a favor do time arqui-rival quando este joga com outro fora do seu estado, a exemplo de um gremista torcer a favor do Inter quando joga com o Palmeiras ou um atleticano de Minas vibrar com o Cruzeiro quando este enfrenta times fora das Alterosas.

 -Amorosas: são tantas, mas são tantas, que fica quase impossível elencar as mais expressivas. Elejo  duas: a primeira, mais telúrica: um casal depois de trinta anos de casados mentir reciprocamente, ou seja, dizerem-se apaixonados “como da primeira vez”. A segunda, mais afeita ao macharal, no que se refere ao desempenho sexual. Todas, absolutamente todas, as declarações nesse sentido ou são falsas in totum ou superavaliadas. Um sujeito a partir dos cinqüenta (aqui o marco é arbitrário) gabar-se de dar três, quatro, cinco, até sete!, por semana é um pinóquio em carne e osso. A terceira é quando, sem nenhum pejo, alguns ufanam-se de nunca terem broxado quando na realidade dez em cada dez homens já passou por isso.

– Culturais: diz respeito à falsa erudição. Muita gente boa sai por aí gabando-se de ter lido e apreciado Proust, James Joyce, Virgina Woolf, Platão, Nietzsche, Guimarães Rosa e outros menos votados, quando na realidade só leram a “orelha” do livro ou então caíram num sono cataléptico depois da primeira página. Incorre na mesma inverdade quem alega deleite quando visita museus com obras impressionistas ou expressionistas de artistas de vanguardas ou então se enternece com aqueles filmes “experimentais” sem pé nem cabeça premiados com o Urso de Prata.

– Jornalísticas: o caso típico é o da informação com fonte não identificada. Em muitos casos o autor da matéria deixa de citá-la porque simplesmente ela não existe: o jornalista inventa. Isso sói ocorrer com frequência no jornalismo político. Quando se recorre à perífrases, a exemplo de “Fontes do Planalto” ou “O mercado avalia..” é um claro indício de mentira.

– Na política: a dificuldade é sobrelevar uma das milhões que são usadas no cotidiano pela nobre classe dos políticos. A esfera política já foi definida por Maquiavel como a “Seara dos homens imperfeitos”. Acho que o florentino citou imperfeitos para não dizer “homens mentirosos”. Minha suspeita é que eles – políticos – mentem tanto por ofício como por prazer.  Um caso emblemático, diria até paroxístico, foi quando o sr. José Serra assinou uma declaração em 2008, na condição de pleiteante à Prefeitura de São Paulo,  comprometendo-se a cumprir o mandato até o final. Ou seja, a mentira verbal avalizada por outra escrita.

Comentário do blog: No texto acima está o porquê da minha determinação em dizer que prefiro ser um imoral que ser um falso moralista. A hipocrisia, a falsidade e a mentira derrubam todos os valores dos ditames da moralidade e da ética que os seres humanos querem impor a si e aos seus semelhantes, quando na verdade são todos mentirosos e falseadores de suas próprias palavras… A honestidade, a verdade, a ética e a moralidade, se de fato fossem colocadas em prática, o mundo terrestre seria o paraíso!!!

Complexo de Comunicação da Assembleia terá nome de jornalista Décio Sá

Postado por Caio Hostilio em 30/abr/2012 - 3 Comentários

O Complexo de Comunicação, que será construído na Assembleia Legislativa do Maranhão, deverá levar o nome do jornalista Décio Sá. Essa proposta partiu de uma indicação do deputado Roberto Costa (PMDB). A indicação do parlamentar deverá ser votada ainda nesta semana.

Costa acredita que esta será uma justa homenagem, não somente à memória do jornalista, mas também para toda a categoria. “Essa será uma forma de homenagear, não somente o Décio, que foi um grande jornalista e prestou relevantes serviços para a população e para a Assembleia Legislativa do Maranhão. A nossa intenção é a de também homenagear toda a classe de profissionais da comunicação que, com os serviços prestados, são verdadeiros instrumentos de democracia. O trabalho que os jornalistas hoje desenvolvem é muito importante para a eficácia do principio constitucional da transparência dos atos públicos” afirmou o deputado.

Por que o Washington Oliveira não teria o domínio do PT?

Postado por Caio Hostilio em 30/abr/2012 - 3 Comentários

São notícias com que vem mostrar o quanto não vivemos numa democracia. Por acaso o grupo o vice-governador Washington Oliveira é o dono do PT? Ele tem por obrigação deter o comando de todos os Diretórios Municipais e, com isso, exigir que os mesmos sigam a aliança com o PMDB? Isso não existe e vai de encontro a tudo que se possa querer para que se consolide a democracia nesse país.

Em São Paulo, por exemplo, o PT terá seu candidato próprio, enquanto que o PMDB concorrerá com o seu.

Em várias cidades do Maranhão, o PT e o PMDB estão juntos, em outras tem o PMDB com PSDB e até o PSDB com o PT… São interesses municipais e acordos partidários que consistem numa demarcação política de grupos distintos, que passam a dominar tais legendas nesses municípios.

Coroatá é um exemplo claro de que nunca haveria uma tentativa de aliança entre o PMDB e o PT, mesmo o atual prefeito sendo ligado ao vice Washington Oliveira, haja vista que o prefeito Luiz da Amovelar é o principal adversário do grupo liderado pelo peemedebista Ricardo Murad, que terá como candidata no município, a ex-deputada Teresa Murad.

Por outro lado, o peemedebista Ricardo Murad é o que dá total apoio a candidatura de Washington Oliveira à prefeitura de São Luís.

Em Pinheiro, por exemplo, as duas alas do PT mostraram força e empataram o certame. Isso mostra que o partido não tem dono e que a disputa vai para uma decisão superior. Olha que os investimentos foram pesados do atual prefeito de Pinheiro!!!

Portanto, dizer que Washington Oliveira mostrou não ter domínio sobre o PT só vem mostrar que o partido ainda guarda um pouco de sua história democrática!!!

Para uma melhor reflexão!!!

Postado por Caio Hostilio em 30/abr/2012 - Sem Comentários

Democracia (ditadura) burguesa e ditadura (democracia) do proletariado…
Daniel M. Delfino

No mundo da política abstrata, é possível, por exemplo, criar um falso debate sobre “democracia”. Falso porque nunca atinge a dimensão substantiva das relações concretas, limitando-se aos aspectos formais. Estabelece-se uma escala de medida entre os regimes políticos com base no critério de qual deles é “mais democrático”. E o que se entende por “mais democrático” diz respeito apenas à quantidade de eleitores habilitados a votar.

A democracia é considerada com justiça a grande contribuição da burguesia revolucionária para a história da humanidade. Não por acaso, durante o século XIX, século de luta pela democratização das sociedades européias, a democracia tinha sobrenome. Era chamada de “democracia burguesa”, e com razão. A democracia burguesa consistia na possibilidade de os cidadãos elegerem os governantes, que antes eram hereditários. Entretanto, esses cidadãos que elegiam os governantes não eram o conjunto da sociedade. A democracia burguesa nasce restrita à própria burguesia, pois funcionava por meio do voto censitário. Apenas os burgueses votavam, ou seja, apenas os detentores de propriedade.

A luta pela universalização da democracia é uma luta do século XX. Foi apenas então que a democracia burguesa se tornou mais abrangente, por meio do sufrágio universal. O direito de votar, antes exclusivo dos proprietários, foi estendido também aos trabalhadores, às mulheres, aos analfabetos, aos jovens, etc. O critério de democracia passou a ser não apenas a existência de governos eleitos, mas a vigência do sufrágio universal. A prática do sufrágio universal estendeu-se da Europa para o mundo em algumas décadas.

Entretanto, a democracia burguesa deixou de ser burguesa por isso? O acesso à possibilidade de votar melhorou substantivamente a vida dos trabalhadores, das mulheres, dos analfabetos, dos jovens? Uma olhada mesmo que superficial na história do catastrófico século XX mostraria que essas camadas sociais somente conseguiram algumas limitadas melhorias por meios extra-eleitorais (extra-democráticos?): greves, mobilizações de massa, ações diretas, revoluções, guerras civis, etc.; sendo obrigadas a deixar pelo caminho um rastro de sangue e fieiras de mártires.

Sem sair ainda dessa esfera artificial da política abstrata, é preciso considerar o fato de que, embora os trabalhadores, mulheres, negros, analfabetos, etc., tivessem obtido com muita luta o direito de votar (e alguns outros direitos), invariavelmente, continuaram a ser eleitos os mesmo governantes, ou seja, os burgueses. Seria preciso adicionar então o seguinte questionamento: porque as pessoas das camadas inferiores, ao adquirir o direito de votar, não votam em candidatos de sua posição social? Supondo-se que isso fosse o suficiente para que melhorassem suas vidas (ver-se-á que não é), a democracia burguesa teria assim proporcionado o veículo adequado para a emancipação das massas.
Com base nessa suposição, estruturou-se o discurso da “democracia como valor universal”. A vigência da democracia burguesa passou a ser considerada o parâmetro decisivo para avaliar os regimes políticos. Os regimes em que o povo elege seus governantes são bons; aqueles em que não há eleições são ruins. O primarismo de tal discurso revela a inutilidade do debate fundado sobre a unilateralização das diversas esferas de atividade humana. Tomado individualmente, nenhum aspecto da condição humana (política, economia, cultura, moral) oferece a via exclusiva para a emancipação social.

Desconhecer a sua articulação dialética oferece sim o caminho certo para a catástrofe. O simples fato de promover eleições não tornou os países capitalistas melhores, assim como o simples fato de haver expropriado a burguesia não transformou os países stalinistas em sociedades socialistas.

Promover eleições e extinguir a propriedade privada dos meios de produção são medidas que enfrentam unidimensionalmente partes determinadas do problema, mas estão longe de ser a garantia para a emancipação humana.

Tratam de aspectos limitados e parciais de uma realidade muito mais complexa. A verdadeira garantia da emancipação está na democratização substantiva da vida social, o que vai muito além da universalização formal da democracia burguesa (e de passagem, também compreende a expropriação da burguesia).
O lugar das classes na política

Na esfera substantiva de sua auto-produção, os homens não se apresentam como eleitores abstratos, mas como membros de classes sociais. Há proprietários de meios de produção (burgueses) e não-proprietários obrigados a vender sua força de trabalho (proletários). As classes fundamentais da sociedade capitalista são os eixos estruturadores das alternativas em disputa, em torno dos quais giram as demais classes (pequena-burguesia, campesinato, etc.).
O discurso que transforma indivíduos concretos, ou seja, burgueses e proletários, em seres abstratos (cidadãos, eleitores) dissolve artificialmente as diferenças entre eles e forja uma falsa igualdade. No mundo capitalista, todos são iguais, mas alguns são mais iguais que os outros. Por mais que todos possam votar, somente alguns podem se eleger. Somente alguns possuem o dinheiro para bancar campanhas eleitorais, ou arrecadam o dinheiro em troca de favores a serem prestados quando estiverem no governo. E sejam quais forem os eleitos, os pressupostos da ordem estabelecida jamais são questionados. A propriedade privada permanece um dogma intocável. Os bancos, os latifúndios, as megacorporações jamais serão incomodados.

Democracia formal e transformações substantivas

Praticar eleições sem que se possa optar de fato por alternativas sociais substantivamente diferenciadas equivale a perpetuar a ditadura de uma classe sobre as demais. Nada pode ser mais conveniente do que exercer uma ditadura por meio da “democracia”. Basta retirar o seu sobrenome. Encolher as palavras, ensinou Orwell, é uma maneira de encolher o pensamento e a liberdade. Ao invés do nome próprio da democracia burguesa, o dicionário de novilíngua vigente registra apenas “democracia”.

Esse é o segredo da inversão mencionada no início deste texto: fazer com que a democracia burguesa, com todas as suas brutais limitações, seja fraudulentamente designada como se fosse a democracia enquanto tal. Desse modo, a democracia concreta, que vai além do aspecto formal e procura emancipar os homens em todas as suas dimensões vitais, dando-lhe o controle total sobre o trabalho, as leis, a cultura, a moral, etc., fica permanentemente inviabilizada. A democracia burguesa, ou seja, a ditadura da burguesia é o inverso da democracia real…

Como podemos observar, os seres humanos jamais estarão preparados para viver em qualquer regime de igualdade para todos, seja o comunismo, o socialismo, o capitalismo, isso numa conjuntura democrática, cujos princípios estão pautados nos deveres e direitos igualitários, além do respeito à vida humana e a liberdade ao questionamento, a crítica e a expressão… O homem não consegue respeitar sequer o seu próprio genitor!!!

Obras de pavimentação no Parque Vitória são inauguradas

Postado por Caio Hostilio em 30/abr/2012 - Sem Comentários

Fruto de convênio celebrado entre a Prefeitura ribamarense e Governo do Estado, serviço foi entregue aos moradores pelo prefeito Gil Cutrim e pelo secretário Luis Fernando Silva.

Em solenidade realizada neste último sábado (28), o prefeito Gil Cutrim (PMDB) e o secretário-chefe da Casa Civil do Governo do Estado, Luis Fernando Silva, inauguraram obras de asfaltamento e urbanização de 16 ruas do Parque Vitória, bairro localizado no município de São José de Ribamar.

Fruto de um convênio celebrado entre a Prefeitura e o Governo do Estado, o serviço no Parque Vitória consistiu na pavimentação e urbanização (colocação de meio-fio, sarjeta e iluminação pública) das Vias Coletoras 210, 211, 212, 213, 214, 215, 216, 217, 218, 219, 220,309, 310, 311, 312, 313 e 314. Juntas, estas ruas perfazem um trajeto, de aproximadamente três quilômetros, localizado dentro do perímetro urbano do bairro.

As obras no Parque Vitória fazem parte das ações do programa municipal de pavimentação de ruas e avenidas de São José de Ribamar. Somente no ano passado, mais de 70 novas vias de diversos bairros da cidade foram asfaltadas pela Prefeitura.

“A pavimentação destas ruas só ratifica o compromisso do prefeito Gil com os moradores do Parque Vitória. Hoje, nós temos saúde, educação e infra-estrutura de qualidade”, avaliou Edivaldo Santos, o Baiano, liderança comunitária do bairro. 

Representando a governadora Roseana Sarney no ato, Luis Fernando elogiou, mais uma vez, a administração Gil Cutrim.“Diversas obras vem sendo realizadasem São Joséde Ribamar. Isso mostra que o prefeito Gil está fazendo uma bela administração, trabalhando incessantemente para melhorar a qualidade de vida dos ribamarenses”, afirmou o secretário.

Gil Cutrim agradeceu ao apoio do Governo do Estado e ratificou o compromisso de continuar levando asfaltamento a todas as regiões do município. “Com o apoio do Governo, a Prefeitura prosseguirá com suas ações, levando pavimentação para cada região do município e construindo uma São José de Ribamar cada vez melhor e mais desenvolvida”, disse. 

Também participaram da inauguração o secretário estadual de Articulação Política, Hildo Rocha; o deputado federal Pinto da Itamaraty (PSDB); os vereadores Nonato Lima (PP), Marlene Monroe (PTB), Lázaro (PV) e Elisabeth Malheiros (PV); além de várias lideranças comunitárias do município.

Hei Ministro, o senhor tem certeza que está falando do Brasil? José Eduardo Cardozo garante que “fará tudo” para descobrir origem de vazamentos

Postado por Caio Hostilio em 29/abr/2012 - Sem Comentários

Victor Martins

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, garantiu neste domingo (29/4) que fará de tudo para saber a origem dos vazamentos do inquérito e dos áudios das gravações sobre o escândalo que envolvem o bicheiro Carlinhos Cachoeira. A afirmação foi dada durante um fórum na Ilha de Comandatuba, que reúne os principais empresários do país na Bahia.

Ele defendeu ainda uma profunda reforma política no Brasil como forma de reduzir a quantidade de escândalos que tem ocorrido. Ressaltou que o governo tem mecanismos de controle e está cumprindo o seu papel. “Vamos punir quem precisar se punido”, disse.

No entanto, enfatizou que o sistema político atual, com campanhas eleitorais milionárias e de grandes proporções, deixa brechas, o que resulta em uma “permissividade” para a existência do crime organizado. “Não podemos esconder a sujeira embaixo do tapete. Temos que atacar o problema com punições severas, colocando atrás das grades todos os envolvidos com improbidade. Não é só cadeia, mas sim retirar ou expropriar bens de quem desviar dinheiro público”.

Agora segura!!! Casa de radialista é alvo de tiros em João Pessoa

Postado por Caio Hostilio em 29/abr/2012 - Sem Comentários

MARIANA VERSOLATO

DE SÃO PAULO

A casa de um radialista foi alvo de tiros na madrugada deste sábado (28),em João Pessoa. Vinicius Costa Henriques, que apresenta o programa policial “Rota da Notícia”, na rádio Arapuan, estava dormindo no momento dos disparos e ninguém se feriu, segundo a Polícia Civil da Paraíba.

De acordo com a delegada Dulcinéia Costa, da Delegacia de Crimes Contra a Pessoa, tiros de espingarda calibre 12 foram disparados por volta das 3h30 contra o portão da casa do radialista, atingindo um carro que estava na garagem.

Costa afirma ainda não ter identificado os responsáveis, mas a polícia está investigando o crime e ouvindo testemunhas.

O Sindicato de Jornalistas Profissionais da Paraíba divulgou nota de repúdio ao ataque. Afirmou que ações como essa “se configuram claramente como ataques à liberdade do exercício profissional”.

“O atentado ao radialista Vinícius Henriques significa uma investida dos malfeitores e corruptos contra toda a imprensa, uma tentativa de cercear o direito do povo paraibano em conhecer as verdades do que se passaem nosso Estado”, diz a nota.

O sindicato cobrou rigor das autoridades na apuração dos fatos e na punição dos autores do atentado. Lembrou ainda casos recentes de ataques a profissionais da imprensa, como o assassinato do jornalista Décio Sá, no último dia 23, no Maranhão.

Quem matou Décio Sá?

Postado por Caio Hostilio em 29/abr/2012 - Sem Comentários

Estou cansado de escutar suposições… Hipóteses? Não passam de especulações… Esse crime não tem face e é típico da pior das ditaduras que possa existir, a burguesa, ainda mais apoiada no pragmatismo do neoliberalismo que aposta tudo na impunidade…

Leio todo tipo de especulação… Algumas denegrindo a pessoa do morto, que já não pode se defender… Outras confusas… E até aquelas que chegam a indicar os autores… Ora bolas!!! É preciso embasamento técnicos para se chegar a essa conclusão e se a polícia, que tem todo esses equipamentos para isso ainda não chegou a um denominador comum, como podem ter alguem chegado a tais conclusões? Por isso, não me atrevo a entrar nessa seara em busca de acesso, haja vista que o senso comum não condiz com o jornalismo que o leitor espera… A notícia sem dados concretos apenas confunde a cabeça do leitor. Essa corrida pelo poder também tomou conta do proletariado!!! 

Mas Quem lutou contra a Ditadura Militar, sabia quem eram os inimigos e eles não se escondiam e falseavam suas identidades… Eram diretos e sabíamos dos ricos que tínhamos que enfrentar.

A censura era declarada e quem a transgredisse sabia das conseqüências, mas os corajosos partiam pra luta de peito aberto e o inimigo vinha também de encontro sem máscara para coibir o direito de questionar, criticar e de expressar suas convicções… Era uma luta franca!!!

A ditadura Comunista é outra que nunca deixou de mostrar a sua cara e de impor suas vontades de peito aberto. Nunca foram covardes e falsearam suas vontades… Fidel Castro está aí para provar o que estou dizendo… Ele cumpre uma ditadura comunista e não esconde a cara, sua identidade.

Lutamos muito pela tão sonhada redemocratização desse país… Mas cadê a democracia? Ela nunca se consolidou… Os excluídos continuam como sempre estiveram e os ricos cada vez mais ricos… O país já alcançou a 6ª economia do mundo e sua riqueza continua nas mãos de apenas 5% de sua população.

Suas Casas Legislativas são constituídas por homens que defendem seguimentos econômicos fortes, dos quais fazem parte… Continuo vendo os excluídos e o proletariado servindo apenas de massa de manobra nas mãos dos burgueses…

Afinal, saímos de uma ditadura militar, cujo inimigo não falseava sua identidade e entramos numa ditadura burguesa, cujo inimigo falseia sua identidade e não aceita o questionamento, a crítica e a liberdade de expressão, com isso manda exterminar essa voz de forma covarde, através de um crime de encomenda, onde a vítima não tem a menor chance de defesa.

Na ditadura Militar e nas ditaduras comunistas, os confrontos são abertos e sabemos das jogadas e armações do inimigo, pois é uma guerra franca, visto que estar em jogo um ideal ideológico e não o jogo pelo poder e a força do capital!!!

Portanto, o criminoso do jornalista Décio Sá foi essa Ditadura movida pelo jogo do poder e pela força do capital… Descobrir quem dos membros dessa Ditadura mandou efetuar o trabalho? Isso é muito difícil de ser descoberto… Pois existem vários seguimentos dentro dessa Ditadura e jogar a culpa em uma delas, não passa de especulações!!!

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