Afinal, o bate-bola do EMA e Marcelo Tavares serviu pra defendê-lo?

Publicado em   31/mar/2012
por  Caio Hostilio

Esse é o meu jornal!!!

A matéria do Jornal Estado do Maranhão, de hoje (31), além de distorcer informações, deixou de acrescentar fatos importantes e apenas escultou o deputado Marcelo Tavares, deixando de fazer apenas um questionamento para derrubar as argumentações do ex-presidente.

Primeiramente, não foi o ex-funcioário de seu gabinete que denunciou a mim o desvio dos tickets dos funcionários, mas sim um prefeito e um deputado federal, que conseguiu essas notas fiscais e as cópias das listas feitas pela Senhora Silvana e a Luana Brasil, além de outras denúncias que possuem. O ex-funcionário nem sabia que existia, ficando assustado quando o liguei, conforme consta de minha matéria. Ficando a matéria do EMA pautada na fala do deputado Marcelo Tavares, que quer usar esse artifício como se fosse uma forma de vingança… Ledo engano!!!  

A matéria do EMA erra novamente ao dizer que a denúncia por mim, o Márcio Murilo Pimenta, funcionário nomeado por Marcelo Tavares, teria comprado mercadorias em nome de servidores da Casa… No primeiro parágrafo da minha matéria diz totalmente o contrário e mostra: “Chegaram as minhas mãos várias notas fiscais (abaixo) do Mix Mateus – Mateus Supermercados Ltda, da loja localizada à Av. João Pessoa 244, João Paulo, em nome de Márcio Murilo Pimenta, local de entrega, Av. Luis Eduardo Magalhães Nº 50 – Calhau. Todas com datas do mês de abril de 2009. Na nota fiscal consta o número do telefone 81167633.”

A versão de Marcelo Tavares ao EMA: Ele classifica a denúncia de mentirosa. “Em primeiro lugar, qualquer pessoa pode comprar com tíquete do Amazon Card. O servidor pode usar, trocar ou até vender o benefício. Isso esvazia a denúncia. Em segundo lugar, as notas estão todas em nome do próprio Márcio Pimenta. A única nota do Amazon Card é equivalente a R$ 139, que poderia ter sido usado por qualquer um. Portanto, nem há o que questionar nesta história”, disse o parlamentar.

Marcelo Tavares lembrou ainda que Márcio Pimenta não precisaria de determinação para pegar tíquete, “porque era ele próprio quem os distribuía”. Além disso, lembra o parlamentar, o Departamento de Recursos Humanos da Assembleia tinha o controle dos servidores em férias ou licença e informava ao responsável pelos tíquetes, que não poderia preencher os espaços. “Além disso, como, até hoje, nenhum servidor reclamou de que alguém recebeu o tíquete em seu lugar?”, questionou o parlamentar.

A quem querem enganar? Vou deixar essa matéria até o final de domingo esperando as resposta…

Deixo aqui ao jornalista autor da materia, ao editor da página e ao editor chefe do EMA, o seguinte questionamento: Por que o Jornal não fez uma simples pergunta ao deputado Marcelo Tavares quando do bate-bola… “Deputado Marcelo Tavares, tanto o Márcio Pintenta quanto a Luana Brasil eram assessores de seu gabinete, por que o Marcelo faria uma compra de R$ 10 mil reias, no nome dele, e mandaria toda a mercadoria para a residência do senhor Manoel Brasil, proprietário da Potiguar e avô da sua outra assessora? Quem sabe fazer o serguinte questionamento ao deputado: “O senhor poderia dizer se aquela letra da lista é realmente da sua esposa Silvana? Seriam perguntas importantes para enriquecer a matéria!!!

Ao deputado Marcelo Tavares, por suas respostas ao jornalista, V. Exª dar a entender que o ladrão foi o Márcio Pimenta e quem acobertava os produtos do furto com os Tickets dos funcionários era o Sr Manoel Brasil, dono da Potiguar e da Terra Zoo… Pelo que sei, um empresário sério, honesto e cumpridor de suas obrigações, que teve o azar de sua neta ir trabalhar na Assembléia Legislativa… É isso?

E desde quando se pode usar tickets de funcionários para outras finalidades, principalmente para fins de doação, sem autorização da Mesa Diretora da Casa? Houve essa autorização ao menos do 1º Secretário da Mesa ou quiçá do 2º?

Abaixo os cabeçalhos das Notas Fiscais que comprovam que todas foram compradas em nome de Márcio Pimenta e não em nomes de funcionários e que foram entregues no endereço do Sítio do senhor Manoel Brasil, dono da Potiguar e da Terra Zoo, avô da Luana Brasil, ex-assessora de Marcelo Tavares e, hoje, auditora da Assembléia Legislativa, além do cupom fiscal da compra de mercadorias alimentícias para creche no valor  de R$ 1.139,90 com Ticket.  

 

 

 

 

Aqui é a residência do Sr. Manoel Brasil, onde foram entregues as mercadorias

 

 

 

  Publicado em: Governo

4 Responses to Afinal, o bate-bola do EMA e Marcelo Tavares serviu pra defendê-lo?

  1. desabafo de um funcionario disse:

    na época do deputado João evangelista não tinha esse critério de distribuição de vale alimentação todos recebia mais a gestão de Marcelo Tavares criarão esse critério ficou mais fácil de desvio de vale alimentação o funcionário Marcelo era o laranja Jorge Zibicueta era o fiscal depois que Marcelo foi exonerado colocaram Cantanhede para fazer asa distribuição mais Jorge andava com a caixavales debaixo do braça ele que tinha o controle era de com confiança da primeira dama quem tinha todo controle dos vales e da folha de pagamento era o Jorge .
    Para os funcionário era linha dura mais para eles era um facilidade em tudo diária vale cargos em comissão gratificação transportes ate hoje tem carro da alema com segurança carregando suas filha para escola.
    ate hoje tem funcionário no cargo de chefia na alema
    vania continua adjunta
    cintia diretora financeira
    Jorge Zibicueta adjunto
    Aberlando diretor administrativo do plenário vcs d já olharam ele pelo plenário
    Dono Filomena e diretora
    Luciana lago e diretora da escola do legislativo

  2. curioso disse:

    Caio, uma pergunta: não entendi essas notas do Mix Mateus. Os tickets da ALEMA não eram recebidos nesse supermercado. Como eles conseguiram? Ao que os servidores sabiam, apenas maciel, fribal e carone aceitavam os tickets. Esse é outro fato estranho?? É por isso que o valor do auxília alimentação nunca foi fixado em lei e nunca foi incluido no contracheque, ao invés disso passa na mão de presidente por presidente e sempre é naquela velha história de cédula ou cartão, beneficiando apenas algumas redes de mercadorias!!! Estava na ora de arnaldo melo mostrar a que veio e instituir por lei o benefício alimentação em valor digno e o auxílio transporte, além do plano de saúde, que sempre tem uma operadora cachorra para atender os servidores. Se cada benefício desse foss incluído no salário, os servidores poderiam utilizar a lei de mercado (comcorrência, preço e demanda) em seu favor, escolhando planos de saúde e supermarcados mais baratos e eficiêntes e não ficarem presos em preços absurdos!!!

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