Ao invés de informar, faz é desinformar…. Esse é o jornalismo sem consistência nenhuma.

Publicado em   04/nov/2011
por  Caio Hostilio

Li em alguns blogs que o contrato que a Secretária de Estado de Saúde firmou com a empresa PMR Táxi Aéreo e Manutenção Aeronáutico S/A, com o objetivo de locação de um helicóptero para operações de transporte aéreo público de servidores em missão inerentes a prestação de serviços de saúde, fiscalização de obras dos hospitais e Upas em construção, além de enfermos em situação de urgência/emergência, no valor de R$ 144.480,00, é imoral e ilícito. Quanta falta de conhecimento da coisa pública e até a burrice para tentar criar um factóide.

É o típico do jornalismo medíocre, que não traz nada que se aproveite ou quiçá levante qualquer suspeita.

Sugiro aos incautos “jornalistas” que procurem conhecer melhor os ditames do serviço público, pois o desconhecimento faz com que escrevam baboseiras sem sentido algum.

Leiam a resenha do diário oficial e vejam o quanto desconhecem os ditames licitatórios, orçamentário etc.

Primeiramente, é preciso saber que a Fonte de Recurso 0121 é do tesouro do Estado e que o 0260 é transferência da União. O caso constante da resenha do Diário Oficial do Estado, a contratação se deu com a fonte 0121.

Em segundo lugar, o valor de R$ 144.480,00 limitaria apenas a uma Carta Convite, mas a Secretaria preferiu seguir a modalidade Pregão.   

Apenas para conhecimento desses “jornalistas”, a modalidade Pregão, no serviços pelos órgãos federais, teve uma redução de 20% nos gastos. Além da racionalização dos custos, a modalidade pregão, principalmente o eletrônico, tem proporcionado maior transparência e agilidade às aquisições pelos diversos gestores públicos. Possibilita, ainda, que um conjunto maior de fornecedores tenha acesso às licitações, ampliando a concorrência e favorecendo toda a sociedade.

O pregão foi a grande revolução nas licitações brasileiras, uma mudança de paradigma muito positiva para o nosso país, que traz uma economia fantástica para os cofres públicos e muito mais credibilidade para as equipes que estão conduzindo os processos licitatórios.

Outra confusão maluca, a empresa vencedora foi a PMR Táxi Aereo e não uma pessoa física, como quiseram fazer crer. A empresa vencedora é licenciada pela ANAC e pode participar de todo e qualquer processo licitatório. O assinante do contrato pode ser qualquer pessoas que tenha a procuração da citada empresa. Por outro lado, só para efeito de conhecimento, o que é proibido é um funcionário público do Estado do Maranhão ser contratado pelo governo a que pertece. Não confundam!!! 

 

 

Diande do exposto, verifica-se que “jornalistas” leem resenhas no Diário Oficial e não sabem diferenciar alho de bugalho, mas procuram criar factóides que não existem.

  Publicado em: Governo

8 Responses to Ao invés de informar, faz é desinformar…. Esse é o jornalismo sem consistência nenhuma.

  1. Glauber disse:

    E O SALARIO DOS FUNCIONARIOS DAS UPAS JA SE ENCONTRA ATRASADO, AGORA ANTES DE VOCE VIM DIZER QUE E FACTOIDE PROCURE SABER SE FALTEI COM A VERDADE.

  2. Pedro Rodrigues disse:

    Caio sugiro rever o titulo, acredito haver digitado o “e” no lugar do “i” na palavra desinformar. Bom Dia

  3. Glauber disse:

    EU SEI QUE A MATERIA NÃO SE REFERE A ISSO MAIS EU QUIS TE DA ESTA INFORMAÇÃO POIS QUANDO DA INAUGURAÇÃO DAS UPAS VOCE FEZ POSTAGENS FALANDO MUITO BEM DAS UPAS, HONESTAMENTE CONFESSO A VOCE QUE ELAS FUNCIONAM MUITO BEM POREM QUANTO AO PAGAMENTO DOS FUNCIONARIOS ATRASOS CONSTANTES.

  4. luis disse:

    Caio, de qualquer forma é bom não se ater somente aos formalismos, quando se trata de dinheiro público, sempre é ponderável olhar nas filigranas, ainda mais em nosso Estado onde existem verdadeiros “engenheiros”, construtores de arapucas para embolsar verbas. Um bom começo seria saber a quem pertence essa empresa, quais políticos ela financiou nas eleições. em matéria de dinheiro público muitas vezes os formalismo favorecem a vícios, que apesar de estarem amparados pela legalidade, soam profundamente imoral

    • Caio Hostilio disse:

      Veja bem, a modalidade foi pregão eletrônico e a fonte foi a 0121, além da empresa ser regularizada pela ANAC, podendo, com isso, participar de processos licitatórios… Onde está a ilicitude? Num pregão para haver qualquer irregularidade é preciso que as empresas de todo o Brasil negociem entre si, pois é uma modalidade especifica por escolha pelo menor preço. É preciso conhecer administração pública para fazer uma matéria como essa, pior e tentar criar um factoide dentro de uma resenha que não demostra nenhum tipo de irregularidade.

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