Por mais que não queiram reconhecer sua importância, Sarney fará parte como ator principal dos momentos positivos dos últimos anos da política brasileira… Ontem, foi homenageado os 23 anos da Constituição Cidadã…

Publicado em   06/out/2011
por  Caio Hostilio

Os direitos sociais e individuais foram a maior obra da Constituição de 1988, cuja promulgação há 23 anos foi comemorada ontem. O destaque foi dado pelo presidente do Senado, José Sarney, em pronunciamento no Plenário, onde lembrou suas mãos trêmulas pela emoção de ter sido o primeiro a jurar o novo texto.

Personagem fundamental de tal capítulo da história – ao convocar a Assembléia Constituinte logo no início de sua gestão na presidência da República – Sarney disse que seu desejo de incluir definitivamente na agenda política brasileira aqueles novos direitos “extraordinários” possibilitou uma sociedade democrática – essa que em 120 anos de República elege, pela primeira vez, um operário e uma mulher para dirigirem o país, além de sustentar o maior período de tranqüilidade democrática da história brasileira.

“Isso não significa que analisemos o nome das pessoas, mas, sobretudo, o que representa: saímos com a República dos barões do café, passamos pelos bacharéis, pelos militares e chegamos, ao fim, com os operários e também com uma mudança de gênero, através das mulheres.”, distinguiu.

 Depois de historiar a construção das Constituições no Brasil, o presidente Sarney referiu-se a vários percalços desse longo caminho, com falência de regimes políticos, turbulências e intervenções militares: “Sabíamos do perigo que corríamos (…) As esperanças eram maiores do que as possibilidades”.

Mas a elaboração da Carta Magna de 1988 transcorreu com tranqüilidade, sem nenhum problema que pudesse em qualquer instante colocar em dúvida as nossas instituições, relembrou. Sarney não deixou de incluir em sua fala a importância fundamental do novo texto também para as populações do norte e centro do país, com a criação dos estados do Amapá, de Roraima (antes territórios) e do Tocantins.

A lembrança do nome de Ulysses Guimarães, “por justiça e consciência” foi incluída por ele como essencial para a realização da empreitada, na presidência dos trabalhos: “Sem ele, sem dúvida, não teríamos feito, dentro daquele período, a Constituição que fizemos”. “Sinto-me feliz de ter contribuído com sua convocação, de ter mantido seu funcionamento e enfrentado todas as dificuldades”, reforçou para rememorar: “Só Deus sabe o que foram aqueles dias e aqueles momentos, para que assegurássemos a liberdade da Constituinte e, ao mesmo tempo, ela alcançasse os objetivos, que hoje estamos desfrutando”.

No Plenário, o presidente Sarney recebeu um buquê de flores pela passagem dos 23 anos da Constituição- cidadã de 1988.

Na verdade, os invejosos, seja no Maranhão e no resto do Brasil, sabem que para nascer outro que chegue ao mesmo tempo na Presidência da República, na Academia Brasileira de Letras e, ainda, participar e fazer parte do poder por 60 anos, como por exemplo, conseguir acalmar os ânimos no Congresso Nacional e suspender a votação sobre a distribuição dos; somente tem a possibilidade de acontecer daqui a vários séculos… O que mais deixa os paulistas revoltados é saber que Sarney é um cabeça chata – como eles chamam os nordestinos – nascido no interior do Maranhão… Como isso causa inveja e revolta!!!

Aproveito o espaço, a dizer que os paulistanos, principalmente os juristas, odeiam o Ministro Ayres Britto, exatamente por saberem que é o mais bem preparado intelectualmente e juridicamente no TSF. Como cabeça chata do Sergipe… Deve doer bastante!!!

Para o sentimento da inveja, realmente essas figuras causam um desespero e tira o sono de muita gente, que fica a pensar: “Porra!!! Por que eu não nasci no lugar desse camarada”? É de doer!!!

  Publicado em: Governo

2 Responses to Por mais que não queiram reconhecer sua importância, Sarney fará parte como ator principal dos momentos positivos dos últimos anos da política brasileira… Ontem, foi homenageado os 23 anos da Constituição Cidadã…

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