Marcelo Tavares baseia suas denúncias contra o “Saúde e Vida” no relatório do presidente do Crea/Ma, Raymundo Portelada.

Publicado em   20/set/2011
por  Caio Hostilio

Ainda está acontecendo o debate sobre o “Saúde e Vida”, no plenário da Assembléia Legislativa.

O secretário de Saúde, Ricardo Murad, iniciou mostrando as mudanças fundamentais para que a saúde pública do estado funcione dentro das exigências do Ministério da Saúde, principalmente no que tange a regionalização da saúde, a construção dos hospitais, das UPAs, da Farmácia básica e demais planejamentos para que realmente a per capita do Estado possa crescer de R$ 110,00 para R$ 150,00, como recebem os outros estados.

O deputado Marcelo Tavares, que é contra qualquer melhoria e o bem-estar da coletividade, baseou-se no relatório de Portelada encaminhado ao TCE, onde constam erros gritantes de cálculos e até de capacidade técnica.

Faltou o deputado Marcelo Tavares dizer que o relatório constava que somente 12% das obras estavam prontas. Não disse o porquê sabe que isso é uma inverdade e com certeza desqualificaria sua denúncia.

Ricardo Murad, por sua vez, disse que o deputado Marcelo Tavares se baseou no relatório de Portelada e que o mesmo é um inqualificável e que não respeita a coisa pública. Faltou Ricardo dizer que o presidente do CREA tentou receber R$ 100 mil para não apresentar o relatório, baixando para R$ 20 mil, coisa não aceita pelo secretário, segundo informações precisas.

Quanto a denúncia de dispensa de licitação, tanto o deputado Marcelo Tavares quanto o secretário Ricardo Murad precisam aprender que dispensa de licitação é uma modalidade licitatória, visto que ela só pode acontecer quando da urgência e emergência, além da inexigibilidade, modalidade essa que na área de saúde é quase que totalmente usada, principalmente porque usa aparelhos definidos e seus consumos indefinidos. Portanto, não existe irregularidade alguma nisso, desde que esteja bem embasada no processo e não através de resenhas de Diários Oficiais. O importante é o parecer técnico.

A discussão em sua essência sobre o SUS, não se viu nada que poderia engrandecer o debate que traga de fato a melhoria da prestação de saúde, que é com que interessa para coletividade.

Até aqui, somente o secretário mostrou essa preocupação, quanto o resto ficou na hipocrisia politiqueira, dentro do senso comum e, principalmente, no desconhecimento total das leis que regulamentam os serviços públicos.

O certo é que até agora o debate não trouxe nada de novidade, visto que os questionamentos de Marcelo Tavares e Rubens Junior continuam dentro dos seus discursos diários da tribuna da Assembléia, ou seja, nada que se possa aproveitar…

Vamos ver se o debate melhore!!!

Daqui a pouco mais informações…

  Publicado em: Governo

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