O Maranhão não figura como o pior estado, como querem impor a hipocrisia politiqueira dos “oposicionistas”

Publicado em   22/abr/2011
por  Caio Hostilio

Os principais problemas brasileiros, suas causas, conseqüências e influências na vida das pessoas

Diante de resultados científicos e não dentro do senso comum, coisa bem utilizada pelos políticos maranhenses, para debater os problemas sociais e econômicos dos problemas do estado, que são os mesmos problemas enfrentados por todos os outros estados do Brasil, vale ressaltar que o Maranhão não figura em nenhum dos principais problemas brasileiros como o Estado que detém os piores índices como querem fazer crer os opositores pessimistas de plantão. Por lado, o país teve um avanço na área social nos últimos anos, porém ainda persistem muitos problemas que afetam a vida dos brasileiros. Veja relação abaixo dos principais problemas brasileiros na atualidade.

Desemprego 
Embora a geração de emprego tenha aumentado nos últimos anos, graças ao crescimento da economia, ainda existem milhões de brasileiros desempregados. A economia tem crescido, mas não o suficiente para gerar os empregos necessários no Brasil. A falta de uma boa formação educacional e qualificação profissional de qualidade também atrapalham a vida dos desempregados. Muitos têm optado pelo emprego informal (sem carteira registrada), fator que não é positivo, pois estes trabalhadores ficam sem a garantia dos direitos trabalhistas.

Confira os dados do emprego em 2010 por Estado:

Municípios – As capitais brasileiras impulsionaram a geração de empregos no país em 2010, com 20 gerando mais 11 mil empregos durante o ano. São Paulo foi o município que criou o maior número de empregos formais no período, com 262.426 novas vagas. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Na segunda posição entre os municípios está o Rio de Janeiro, que abriu 119.391 postos com carteira assinada em 2010. Em seguida vem Belo Horizonte (79.519), Fortaleza (54.669), Recife (46.929), Curitiba (41.335), Salvador (37.786), Brasília (36.785), Porto Alegre (32.633), Goiânia (31.668) e São Luiz (30.571).

Violência e Criminalidade

A violência está crescendo a cada dia, principalmente nas grandes cidades brasileiras. Os crimes estão cada vez mais presentes no cotidiano das pessoas. Nos jornais, rádios e tvs presenciamos cenas de assaltos, crimes e agressões físicas. A falta de um rigor maior no cumprimento das leis, aliada as injustiças sociais podem, em parte, explicar a intensificação destes problemas em nosso país.

Veja abaixo os dez estados mais violentos do Brasil:

1º. Alagoas: 66,2 homicídios por 100 mil habitantes

2º. Espírito Santo: 56,6

3º. Pernambuco: 51,6

4º. Rio de Janeiro: 45,1

5º. Bahia: 32,8

6º. Rondônia: 30,3

7º. Distrito Federal: 28

8º. Paraná: 27,1

9º. Sergipe: 26,9

10º. Mato Grosso do Sul: 25,2

Poluição
Este problema ambiental tem afetado diretamente a saúde das pessoas em nosso país. Os rios estão sendo poluídos por lixo doméstico e industrial, trazendo doenças e afetando os ecossistemas.

O ar, principalmente nas grandes cidades, está recendo toneladas de gases poluentes, derivados da queima de combustíveis fósseis (derivados do petróleo – gasolina e diesel principalmente). Este tipo de poluição afeta diretamente a saúde das pessoas, provocando doenças respiratórias. Pessoas idosas e crianças são as principais vítimas.

Os estados que mais poluem o ar e degrada o meio ambiente são o de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, onde estão a maior concentração das indústrias brasileiras.

Quanto ao desmatamento da Amazônia Legal, cujos os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins fazem parte, os que mais desmataram, segundo o levantamento do IBGE, foram os seguintes estados em ordem: Mato Grosso, Pará (4270 hectares) e o Amazonas com (1410 hectares).

Saúde

A saúde pública no Brasil encontra-se em estado de crise aguda. Hospitais superlotados, falta de medicamentos, greves de funcionários, aparelhos quebrados, filas para atendimento, prédios mal conservados são os principais problemas encontrados em hospitais e postos de saúde da rede pública. de gestão, mas o primeiro passo é a regulamentação da Emenda 29, que fixa os percentuais mínimos a serem investidos anualmente em Saúde pela União, por estados e municípios, destinando mais recursos para enfrentar o problema.

As imagens apresentadas pelo Jornal Nacional e os números falam por si e comprovam a necessidade da regulamentação para que o setor receba mais recursos e possa remunerar melhor o SUS. Na ponta está o cidadão, mães e pais de famílias que agonizam nos corredores, em macas e no chão dos hospitais públicos brasileiros. Não há como esperar mais, a saúde pública brasileira tem que passar por uma reformulação total. A Emenda 29 obrigava a União a investir em Saúde, em 2000, 5% a mais do que havia investido no ano anterior e determinou que nos anos seguintes esse valor fosse corrigido pela variação nominal do PIB. Os estados ficaram obrigados a aplicar 12% da arrecadação de impostos, e os municípios, 15%. Tratava-se de uma regra transitória, que deveria ter vigorado até 2004, mas que continua em vigor por falta de uma lei complementar que regulamente a emenda. Em 2008, o Projeto de Lei Complementar 306/08 propôs a regulamentação da Emenda.

Em novembro de 2010, o IBGE divulgou um levantamento que mostrou que houve um decréscimo de 11.214 leitos hospitalares no Brasil, nos últimos quatro anos. Em média, o País perdeu 2.803 vagas por ano nos hospitais. O déficit de leitos faz com que o Brasil não cumpra a meta mínima de vagas estabelecida pelo Ministério da Saúde, que varia entre míseros 2,5 a 3 leitos a cada mil habitantes. A média ficou em 2,3 por mil. Entre as regiões, o caso mais grave é o Norte, com média de 1,8 leitos a cada mil habitantes; depois o Nordeste, com 2,0; o Centro-Oeste, com 2,2 e o Sudeste com 2,3.

Educação

Os dados sobre o desempenho dos alunos da rede pública de ensino são alarmantes. A educação pública encontra vários problemas e dificuldades: prédios mal conservados, falta de professores, poucos recursos didáticos, desvalorização do corpo docente, greves, violência dentro das escolas, uma metodologia de ensino/aprendizagem definida, modificação na avaliação entre outros. Este quadro é resultado do descaso com a educação pública brasileira, que responsabilizou os municípios pela educação infantil, etapa promordial do ciclo educacional, principalmente a alfabetização. O resultado é a deficiente formação dos alunos brasileiros.

Veja abaixo o rankig das dez redes estaduais com o pior Ideb (Indice de Desensolvimento da Educação Básica):

Estado Urbanas/2009 (em R$) Urbanas/2011 (em R$) Ideb 2009 – rede estadual
BA 1.350,09 1.722,05 3,2
AL 1.350,09 1.722,05 3,3
RN 1.482,51 1.726,92 3,5
AP 2.072,72 2.434,07 3,6
SE 1.602,10 1.966,53 3,7
PA 1.350,09 1.722,05 3,7
PB 1.350,09 1.722,05 3,7
PI 1.350,09 1.722,05 3,8
PE 1.350,09 1.722,05 3,9
RJ 1.515,49 2.013,63 4

Desigualdade social

O Brasil é um país de grande contraste social. A distribuição de renda é desigual, sendo que uma pequena parcela da sociedade é muito rica, enquanto grande parte da população vive na pobreza e miséria. Embora a distribuição de renda tenha melhorado nos últimos anos, em função dos programas sociais, ainda vivemos num país muito injusto.

Goiânia é a cidade mais desigual do Brasil. No ranking mundial, a capital goiana aparece em 10º lugar. Os dados são do relatório apresentado ontem na abertura do V Forum Urbano Mundial da Organização das Nações Unidas (ONU), no Rio. Atrás de Goiâna aparecem na lista mundial, Belo Horizonte (13ª), Fortaleza (13ª), Brasília (16ª) e Curitiba (17ª). O documento “O Estado das Cidades do Mundo 2010/2011: Unindo o Urbano Dividido” também informa que o Brasil é o país com a maior distância social na América Latina. O Rio, na 28ª posição, e São Paulo, na 39ª, também são cidades com alto índice de desigualdade, de acordo com o relatório.

Habitação

O déficit habitacional é grande no Brasil. Existem milhões de famílias que não possuem condições habitacionais adequadas. Nas grandes e médias cidades é muito comum a presença de favelas e cortiços. Encontramos também pessoas morando nas ruas, embaixo de viadutos e pontes. Nestes locais, as pessoas possuem uma condição inadequada de vida, passando por muitas dificuldades.  Esse problema é decorrência da ida do homem do campo para os grandes centros, fato ocorrido por falta de incentivo que mantivesse o homem no campo. Por outro lado, a agroindústria superou todas as expectativas da agricultura familiar.

A atualização do déficit habitacional no Brasil, divulgada pelo Ministério das Cidades, por Regiões:

A maior parte do déficit habitacional está concentrada na Região Sudeste – 36,9% do total ou 2,1 milhões de moradias. A Região Nordeste é a região com o segundo maior déficit habitacional do país: 2 milhões de domicílios ou 35,1% do total.

Comparada às demais regiões, a Região Norte apresenta o maior percentual do déficit em termos relativos – o déficit de 600 mil unidades habitacionais corresponde a 13,9% dos domicílios da região.

Que os debates daqui pra frente sejam sem as hipocrisias e politicalhas, coisa que apenas servem para desqualificar o Estado, que atravessa os mesmos problemas dos demais estados brasileiros.

  Publicado em: Governo

16 Responses to O Maranhão não figura como o pior estado, como querem impor a hipocrisia politiqueira dos “oposicionistas”

  1. Antonio Lima disse:

    Tem sido esses os discursos apresentado pelas elites, que se lambuzam com as benesses e as mordomias do poder, vivem atolados na bonança numa verdadeira ilha da fantasia e cercados de miséria por todos os lados.
    Tomar o que existe de pior para justificar as mazelas do nosso meio é de uma maldade sem tamanho e só agem com esse sentimento aqueles que gozam de privilégios como os de não precisar dos serviços que deveriam ser oferecidos pelo poder público para suprir as suas necessidades, pois quem vive com essa dependência sabe como ninguém das dificuldades e das humilhações que sofrem aqueles que necessitam de proteção do estado. Quem não precisa do estado para garantir a educação dos filhos, o pronto atendimento de saúde, a segurança patrimonial e pessoal, não precisa se preocupar com os gastos com a conservação e manutenção do seu meio de transporte, mora muito bem e áreas seguras e tantas outras demandas que o estado é incompetente para garantir acredita que essas questões são irrelevante e que a gritaria é coisa de “hipocrisia politiqueira dos oposicionistas”.
    Fazer comparações, tomando-se como referências as piores coisas, o que existe de pior é de uma insensibilidade sem tamanho e pouco ou quase nada contribui para amenizar o estado de descaso e abandono em que vive a maioria absoluta da população que sofre com a falta de atendimento à saúde, sem uma educação de qualidade, sem segurança, sem trabalho, sem moradia, sem infra-estrutura e sem ter nem mesmo a sua dignidade respeitada.

    • admin disse:

      Antônio, concordo em tudo que você disse, porém não esqueça que tudo isso é um problema enfretado por todos os Estados brasileiros e não só no Maranhão como querem fazer crer, além de alardearem que o estado é o que apresenta os piores indicadores entre todos os Estados. Isso não é verdade, conforme mostra as pesquisas científicas. Não disse que o Maranhão é uma maravilha. Releia o artigo, principalmente as duas manchetes e tire suas conclusões novamente. Os problemas em todas essas áreas é péssima no Brasil, contudo a oposição, através de um discurso hipocrita e politiqueiro quer que todos acreditem que tudo de ruim só existe no Maranhão e que tudo de bom é do vizinho, pois o Maranhão apresenta os piores índices entre todos os Estados brasileiros. Aqui está provando que não é verdadeiro esse discurso hipocrita. Com isso, que discutam os problemas do Maranhão e do resto do Brasil em sua essência e com dados científicos e não dentro do senso comum e sem consistência alguma da verdade. Essa prática antiética, imoral, safada e medíocre, só retarda cada vez mais a consolidação de fato da democracia no Brasil.

  2. Saulo Motense disse:

    Caro bloguista, não trabalho ou muito menos faço parte de alguma ala política. Apenas meus comentários são expostos no seu blogue. Não sou defensor de ninguém,sou estudante do 8º período de Direito na UFMA…uso apelido de motense, por ser torcedor do Moto Clube…agora não venha me desqualificar sobre minhas idéias. Vc que se diz professor, escreve ou digita errado nesse blogue, vejo que muitos lhe criticam e vc não aceita…não me interessa o que vc pensas. Não trabalho na AL, ou sou assessor de algum deputado, para criar blogue e só falar bem do seu chefe ou de seu grupo. No seu post atual, fez uma grande avaliação. Mais porque o MA sempre é esculachado, observamos no futebol, na saúde (QUE SEU PATRÃO IA REVOLUCIONAR A SAÚDE, ELE DISSE SIM NA CAMPANHA POLÍTICA, ENTÃO PORQUE NÃO EXPLICOU OS FATOS OU COMPLICAÇÕES EXISTENTE NA SECRETARIA…), Observei vc comentando a um leitor que os 72 hospitais iam ser entregues em seu tempo certo…vc só pode está ficando lelé da cuca…ela não disse que ia entregar no fim de 2010…esse é um erro que ela propos….Mais sua analise a política… muitos sabem que seu patrão era contra a família Sarney… falava mal de Roseana até dormindo…agora vem como defensor… curta sua memória e respeito em falar em Roseana…As vezes critico Governo Roseana e não a pessoa…mais vc se dói…calma ela não gosta de pessoas assim…conheço Fernando e nada tem haver com política…ele diz que se diverte com os que fazem embate sobre a família Sarney na política….vc é um. Vc postou sobre a avenida do Pq. Vitória….realmente, estava ficando com buraco….mais vc não foi fotografar ou gravar sobre a recuperação que fizeram e aquela da entrada do bairro, faz parte de uma briga entre SJ Ribamar e SL…mais o que eu quero comentar, é que eu tenho opinião propria e não vc que tem medo de comentar sobre o desgoverno Roseana…que ainda não começou…vc diz que eu torcir para derrota de R.Murad na AL…eu quero é que exploda aquela casa com eles todo dentro…o povo sempre tem que saber os fatos e vc só critica a Prefeitura de SL, mais o desgoverno Roseana….rsrsrs…..tem medo.

    • admin disse:

      Ledo engano seu!!! Muito pelo contrário, gosto do questionamento crítico e o defendo com unhas e dentes. Acho que você quer criar mais um factóide, pois nunca disse que Roseana iria entregar os 72 hospitais no final de 2010 – mostre a matéria feita por mim dizendo isso. Por outro lado, não venha com hipocrisias baratas, achando que existe jornalismo imparcial. Quanto aos meus textos… Todos são dentro da essência dos assuntos em questão, pois não entro em debates ou escrevo o que não tenho conhecimento de causa, ou seja, no senso comum. O grande problema no Brasil é o desconhecimento das pessoas sobre os ditames que regulamentam os serviços públicos nesse país, coisa que os politiqueiros aproveitam para sairem como vítimas por não assumirem de fato suas responsabilidades. O maior é exemplo é o SUS. O povo desconhece por completo como funciona esse sistema, além das responsabilidades das três esferas governamentais. Então, sugiro a você que leia com mais atenção as minhas postagens, onde tento mostrar a realidade dos fatos, isso didaticamente. Quanto ao prefeito Castelo, faço a crítica que deve ser feita. Outro fator que procuro seguir: falo apenas do homem público e não de sua vida privada. O falecido ex-governador Jackson Lago, eu o chamava de Sorumbático e Macambúzio, por isso, após sua morte, onde fiz matérias respeitosa sobre sua morte e vida, um comentarista disse que eu xingava o ex-governador e que por isso não poderia escrever sobre ele. A minha resposta ao comentarista: Ele morreu ainda mais sorumbático e macambúzio… Contudo expliquei a ele que aquilo não era um xingamento ao Dr. Jackson Lago, visto que a etimologia das duas palavras quer dizer apenas “melancólico”. Disse a ele, também, que eu e Lourival devemos ser os jornalistas mais processados do Maranhão, principalmente quando assinava como diretor do Jornal Veja Agora, mas que o Dr. Jackson Lago nunca moveu sequer um processo contra mim, pois ele sabia que as minhas críticas era ao homem público e não ao cidadão Jackson Lago.

  3. Saulo Motense disse:

    Todo mundo sabe que o carnaval do rio é muito organizado… não seria agora que eles adotariam o modelo de gestão tomado pelos governantes deste Estado.
    Planajamento é algo muito sério para ser compreendido por quem vive de imediatismo. Como os diretores da Escola de Samba Beija-Flor de Nilópolis são organizados e fazem as coisas com planejamento estratégico e muito profissionalismo, o fato causou tada essa celeuma na cabeça de gente acostumada em fazer as coisas com improviso.
    Esse mal é tão sério em nosso meio que até o TJMA abriu um “concurso” sem definir as vagas para o famigerado “cadastro reserva”, dando uma prova inequívoca do descaso com as leis e o pouco apreço pela boa gestão. É verdade que um valor como o que fora anuciado é relativamente pequeno diante à visibilidade que aquele ambiente oferece, no entanto o Estado tem problemas mais urgêntes as serem atacados e esse dinheiro, se bem aplicado contribuiria para amenizar os graves problemas que atormentam a vida da nossa gente sofrida.
    Quem sabe esse exemplo de organização dos carnavalescos do Rio não produza uma mudança na mentalidade dos nossos diregentes, e estes passem a fazer as coisas com planejamento e deixem de agir com improviso e imediatismo.
    Viva ao planejamento, a organização e a seriedade no trato com as questões do interesse coletivos. Com Antônio Vieira dizia que no Maranhão até as pedras mentem, pois tudo é mexerica, mentira… espero que isto não venha ser o foco da retratação do nosso Estado e da nossa Gente, pelos carnavalesco da Escola tantas vezes conquistadora de títulos do mais concorrido e organizado carnaval do mundo.
    Viva a Beija-flor de Nilópolies, viva o Carnaval e viva o povo henesto, hospitaleiro e trabalhador dessa Terra!
    SÃO NOTÍCIAS OU FATOS ATUAIS QUE O POVO TEM QUE SABER…

    • admin disse:

      Acho que Antônio Vieira tinha razão, principalmente no que tange os dicursos políticos que são todos recheados de hipocrisia e politicalha. A mídia segue a mesma coisa, pois precisa criar factóides para poder receber seu faz me rir e, assim, sustentar seus meios de comunicação. Tudo o que você está dizendo, eu li e não publico aquilo que não passa de factóides dentro do senso comum. Talvez seja esse o motivo dos verdadeiros maranhenses condicionar determinadas coisas que não passam de mentiras. Este artigo retrata bem isso. Quem já não disse e discursa hipocritamente que o Maranhão é o Estado com os piores índices? A ciência não inventa como o senso comum, e aí está a prova científica dos índices. Por outro lado, as questões discutidas são problemas nacionais e não exclusivamente do Maranhão. Os maranhenses devem deixar de achar que tudo de bom é do vizinho, visto que esse preconceito foi condicionado na mente das pessoas, exatamente pelos discursos e matérias hipocritas politiqueiras e safadas. Que os maranhenses mudem suas visões, pois são eles mesmos que denigrem a imagem do seu próprio estado.

  4. Saulo Motense disse:

    Quero antes de tudo dizer, que assim como você, concordo que São Luís deva ser homenageada na Sapucaí pela Beija-Flor. Porém, R$8 mi é demais. O Neguinho da BF disse na entrevista à revista playboy no começo do ano que esse era o gasto total do bicheiro chefe da escola para ser campeão, logo, o estado do MA, com tantas outras dificuldades e problemas não tem como gastar isso tudo neste momento, ainda que saibamos que o retorno será certo. Vale, de fato, endossar o empenho da governadora, mas espero que tenha os pés no chão na utilização do dinheiro público.

    • admin disse:

      Esse valor foi divulgado por quem e aonde? No site do governo, nas matérias e entrevistas da governadora Roseana, o mesmo com as entrevistas com os representantes da Beija-Flor se cogitou o valor que o Estado daria a escola de samba. Então, antes de divulgarem um factóide, deveriam ao menos inventar um nome para responsabilizar pelo valor criado do nada.

  5. Saulo Motense disse:

    Não se desenvolve turismo nenhum em um lugar que não seja bom para seu povo, ou seja, para que se desenvolva o turismo em qualquer lugar primeiro deve ser melhorada a estrutura e infra-estrutura para quem mora no lugar. Não adianta sair divulgando a cidade de São Luis e o Estado do Maranhão sem antes melhorar, capacitar, educar, construir, instruir, etc, ou seja, resgatar a auto-estima do seu povo, se não é dinheiro joagado fora. Como é que vamos atender aos nossos turistas com estradas péssimas, hospitais (quais?), limpeza, transporte publico, aeroporto (qual?), segurança publica (qual?), PROCON(qual), pois da mesma forma que nós (os nativos) precisamos utilizar esses e outros serviços, os turistas (que vão desde de pessoas do interior do nosso estado até Chineses) precisam. Exemplos de propaganda enganosa (A cidade em que eu resido e está péssima para se morar-São Luis, Barreirinhas), cito essas duas, pois as demais, é de lascar. Você primeiro organiza a festa e depois recebe os convidados e não o contrario, ou seja, recebe os convidados e depois organiza a festa.

  6. Saulo Motense disse:

    CARO BLOGUISTA, COMO VC É DOENTE EM CRITICAR CASTELO….
    VEJA SÓ…FAÇA UM POST, SOBRE …………ACORDA ROSEANA…..ZZZZZZ., VAMOS LÁ NÃO É VC QUE DEFENDE ENTAUM….
    Aproximadamente 38% dos governadores eleitos em outubro passado correm o risco de perder os mandatos no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Eles terão que se defender de acusações feitas por adversários políticos e pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) de, entre outros crimes, compra de votos, abuso de poder político e econômico e uso ilegal dos meios de comunicação. Por enquanto, dos dez processos que chegaram à corte, somente três têm o trâmite mais adiantado. Mesmo assim, a expectativa para que cheguem ao plenário fica para o fim do segundo semestre.
    Em 3 de março, o Congresso em Foco mostrou que seis governadores já enfrentavam recursos contra expedição de diploma (RCED) no TSE. Eram eles: Tião Viana (PT), do Acre; Omar Aziz (PMN), do Amazonas; Antonio Anastasia (PSDB), de Minas Gerais; Wilson Martins (PSB), do Piauí; Rosalba Ciarlini (DEM), do Rio Grande do Norte, e Siqueira Campos (PSDB), do Tocantins. Além deles, o governador de Roraima, José de Anchieta Junior (PSDB), já tinha perdido o mandato por decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) local, mas o TSE julgará também recurso.
    Além dos que foram noticiados primeiramente pelo Congresso em Foco em março, somaram-se recursos apresentados contra a governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB), e os governadores de Alagoas, Teotônio Vilela (PSDB), e do Ceará, Cid Gomes (PSB). Também chegou à corte superior um RCED contra o governador de Roraima. Com estes casos, a eleição passada supera os processos apresentados no pleito anterior. Na ocasião, seis chefes de Executivo estadual foram julgados. Três perderam o mandato – Jackson Lago (PDT) no Maranhão; Cássio Cunha Lima (PSDB) na Paraíba, e Marcelo Miranda (PMDB) em Tocantins.

  7. Luan Dutra disse:

    Ok, professor Caio, fiquemos então com sua verdade: o Maranhão não é o pior Estado do Brasil. E nós, maranhenses, vivemos no mais maravilhoso de todos os torrôes brasileiros, vivemos na verdade no paraiso feito por Roseana e seu pai e entregue a nós. E a nós, pobres mortais, cabe apenas a missão de cortejá-los, beijá-lhes a mão e fazer-lhes inúmeras reverências.

    Não sei em que mundo o senhor vive, mas não é o mesmo mundo que eu. Não sei em que cidade o senhor mora, mas não é a mesma que eu. Não sei em que estado, bairro e rua que o senhor mora, mas não são os mesmos que eu.

    Eu vivo num mundinho fuleiro, numa cidade cheia de buracos, num bairro pobre, sem infraestrutura e numa rua miserável. Meus pais moram numa cidadezinha do interior, vivem da lavoura manufaturada, só comem se a roça for generosa e lhes darem todos os legumes para sua sobrevivência.

    Eu sai dessa cidadezinha em 1990, aos 18 anos de idade, vim para a capital ser caseiro de um senhor que nasceu naquela cidade e em 90 era secretário adjunto do governo João Alberto. Eu estudei na pior escola pública do mundo, onde até giz faltava.

    Vinte anos depois pouca coisa mudou na minha vida. Consegui um empreguinho público, vivo de aluguel (metade do meu salário vai pro aluguel), não tenho carro (o salário não dá pra tanto luxo).

    Meu pai, hoje aos 70 anos de idade, sofre de doença do coração, precisa fazer duas cirurgia, mas os hospitais públicos do TEU MARANHÃO MARAVILHA não funcionam. Resta ao meu velho passar uma semana em Teresina e uma semana em casa. Pelo menos em Teresina a coisa funciona. Enquanto aqui, como bem disse o Mão Santa, a cura de doenças é feita através de mandigas e macumbas, no Piauí os médicos usam da tecnologia para salvar vidas.

    O senhor então poderia me dizer, como muitos já me disseram: ah, então vai pro Piauí! Não, eu não vou pro Piauí, vou ficar aqui no Maranhão. Eu tenho muita fé, professor Caio, que um dia isso aqui vai mudar e que maranhenses poucos afortunados como eu, meus irmãos, sobrinhos e meus pais teremos também uma chance de termos uma saúde que funcione, uma educação que eduque de verdade e um estado com oportunidades iguais para todos.

    Entendo a defesa apaixonada que o senhor faz do governo Roseana e de suas ações (?). Entendo sua paixão desenfreada pelo secretário de saúde Ricardo Murad. E entendo porque sei que o senhor deve ocupar algum cargo comissionado no Estado ou na secretaria de saúde, cargo esse que deve lhe render por mês no mínimo una 8 mil reais. Com 8 mil reais mensais se faz muita coisa: dá pra morar bem, dá pra ter carro de luxo, dá pra viajar, dá pra ter um bom plano de saúde e assim poder ser atendido no UDI Hospital. Dá até pra guardar todo mês um bocadinho na poupança. Se o seu Maranhão for assim, de fato o senhor vive num paraiso.

    Mas o meu Maranhão, professor Caio, o Maranhão dos meus pais e de todos os meus parentes e da maioria absoluta dos maranhenses, está longe disso. O Nosso Maranhão é sim o Maranhão da miséria total, da falta de opções, o Maranhão dos Sarney, dos Murad, dos Lobão, dos Fecury e de outra meia dúzia que vivem às nossas custas enquanto a gente só não morre de fome porque Deus não deixa.

    Entendo o senhor, professor, mas definitivamente o meu Maranhão não é o mesmo do senhor.

    • admin disse:

      Luan, você continua sem saber interpretar o que eu escrevi. Não disse em hora nenhuma que o Maranhão é uma maravilha. O que está escrito ali é que os problemas daqui existem em todos os Estados brasileiros, ou seja, são problemas do país. Agora, você quer porque quer que eles sejam apenas do Maranhão e que tudo de ruim só existe aqui. Isso é reflexo da hipocrisia e da politicalha que já condicionaram na cabeça dos maranhenses, tendo você como uma das vítimas. O problema é que querem o Maranhão como o pior em tudo, quando as pesquisas científicas dizem o contrário. Sei como é isso… Deve ser decepcionante para quem quer ver o Maranhão ruim para fazer politicalhas…

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